
Mais de mil projetos foram inscritos na terceira edição do Programa Centelha, que apoia empreendedores inovadores no Piauí, transformando ideias em negócios de sucesso por meio de apoio financeiro, capacitação, mentorias e suporte técnico, com o objetivo de fortalecer o ecossistema de inovação local e criar empresas de base tecnológica, incentivando a submissão de projetos inovadores em produtos e serviços.
O crescimento de 144,7% no volume de submissões em relação à edição anterior consolida o Piauí como um celeiro emergente de novos negócios no Nordeste.
Ao todo, foram 1.018 ideias inovadoras submetidas, vindas de 68 municípios piauienses. O número reflete a capilaridade de um programa que busca descentralizar o desenvolvimento econômico, levando o fomento para além dos muros das universidades e da capital. Considerado uma referência nacional no fomento ao empreendedorismo de base tecnológica, o Centelha 3 deve injetar R$ 6,11 milhões na economia local. O modelo de financiamento é estratégico: R$ 3,76 milhões em subvenção econômica (recursos não reembolsáveis/fundo perdido) e R$ 2,35 milhões em bolsas de apoio técnico via CNPq.
Para o empreendedor, o aporte pode chegar a R$ 130 mil por projeto, sendo até R$ 80 mil para o desenvolvimento direto do produto ou serviço e R$ 50 mil destinados à manutenção de talentos, por meio de bolsas.

A iniciativa busca transformar a ‘centelha’ de uma ideia em uma empresa viável, garantindo que atravessem o ‘vale da morte’, estágio inicial de alto risco, na qual a falta de investimento costuma interromper o desenvolvimento de negócios antes mesmo de chegarem ao mercado.
A execução no Piauí é fruto de uma parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi) e a Agência de Atração de Investimentos Estratégicos (Investe Piauí). O histórico mostra que as duas primeiras edições foram responsáveis pela criação de 84 startups no estado, após processarem mais de 700 propostas.
Nesta terceira rodada, a meta é ainda mais ambiciosa: apoiar até 47 novas empresas. Além do capital, os selecionados entram em um ciclo de capacitação e mentorias especializadas, essencial para converter pesquisa acadêmica em notas fiscais e empregos.

Com o fim do prazo de submissão, o programa entra agora na Fase de Avaliação de Ideias. Especialistas analisarão critérios como o grau de inovação, o potencial de mercado e a viabilidade da equipe. Aqueles que avançarem serão convocados para o detalhamento do modelo de negócio. A expectativa é que o resultado final seja divulgado até março de 2026.
Em âmbito federal, o Centelha 3, promovido pelo MCTI, Finep e CNPq projeta apoiar mais de 1.100 novos negócios em todo o país, reforçando a tese que a saída para o crescimento regional sustentável passa, obrigatoriamente, pela tecnologia.
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