
Em cerimônia do grupo Prerrogativas, Haddad afirmou que está muito feliz chegar "no final do terceiro ano desse mandato e olhando para o futuro com condição de ver o presidente Lula enfrentar mais uma eleição em nome da democracia, do desenvolvimento, da justiça social com perspectivas muito favoráveis".
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse na noite desta sexta-feira, 12, que, ao assumir o cargo, avaliou, junto a outros ministros, que a economia do País jamais poderia ser um problema para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Durante recebimento de homenagem do grupo Prerrogativas, em São Paulo, Haddad relembrou uma colocação feita pelo próprio presidente Lula mais cedo, durante cerimônia de inauguração do canal de televisão SBT News, de que o prognóstico recente de economistas não deu certo e que o que deu certo foi o Brasil.
“Ele falou, olhando para o governador de São Paulo: ‘Você viu, Tarcísio (de Freitas), que todos os prognósticos feitos pelos economistas do governo federal não deram certo’. O que deu certo foi o Brasil. O que deu certo foi a economia do País. E é motivo da gente satisfação”, discursou Haddad, emendando que, quem tem apostado contra o Brasil tem errado.
“E o fato de a gente estar chegando no final do terceiro ano desse mandato e olhando para o futuro com condição de ver o presidente Lula enfrentar mais uma eleição em nome da democracia, do desenvolvimento, da justiça social com perspectivas muito favoráveis é uma coisa que hoje me torna uma pessoa muito feliz”, disse.
O ministro também relembrou o convite feito por Lula para que ele ocupasse a Fazenda e que o presidente faz as pessoas se “apaixonarem” por projetos.
Em entrevista ao Estadão/Broadcast em novembro deste ano, Haddad disse estar satisfeito com sua atuação à frente da pasta e que já entregou ao presidente Lula tudo o que lhe foi encomendado. Ele deixou em aberto a sua continuidade no cargo em maio do ano que vem.
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