
Na coletiva desta sexta (5), Polícia Civil informou que vai apurar a informação repassada por Fernando Brito, indiciado pelo homicídio, sobre ter levado uma mulher para casa no dia do crime.
A Polícia Civil de Pernambuco vai investigar a participação de uma nova mulher na morte da menina Esther Isabelly Pereira, de 4 anos. O corpo da menina foi encontrado em uma cacimba em São Lourenço da Mata, Região Metropolitana do Recife, no final de outubro.
A informação foi confirmada pela delegada Juliana Bernat em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (5), que detalhou que a mulher estava na casa de um dos indiciados na noite do desaparecimento.
Fernando Santos de Brito, de 31 anos, é acusado pela Polícia Civil de ter matado e escondido o corpo de Esther. DNA da menina foi encontrado no quarto dele.
A ex-companheira dele, Uilma Ferreira dos Santos, 33, foi indiciada por ocultação de cadáver.
Uma terceira pessoa chegou a ser presa durante as investigações. É Fabiano Rodrigues de Lima, de 27 anos, que divide o terreno, onde o corpo de Esther foi encontrado, com Fernando. No entanto, a Polícia Civil não conseguiu comprovar o dolo dele na ocultação.
Com base nos depoimentos colhidos durante a investigação, a delegada Juliana Bernat contou que os irmãos de Esther indicaram que a menina havia sido levada para o imóvel ocupado por Fernando e Fabiano.
Essa informação motivou a família da criança a ir até a residência, na noite de 20 de outubro, data do desaparecimento. Fabiano teria autorizado a entrada do grupo, que encontrou Fernando nu e na companhia de uma mulher dentro de um dos quartos.
Em seu segundo depoimento à Polícia Civil, realizado em novembro, no Presídio de Itaquitinga, na mata Norte do estado, onde ele está detido, Fernando revelou que foi para um bar comprar cerveja e lá encontrou essa mulher.
“Eles foram para a casa dele, tiveram relações sexuais. Isso já bate com outros depoimentos que ouvimos na investigação, que quando começaram a procurar Esther, ele estava nu, dentro do quarto”, detalhou a delegada.
Em seu primeiro depoimento, Fernando não disse que se relacionou com uma mulher, declarando que foi para a casa da mãe.
“A gente precisa da contribuição dele, porque ali era um lugar sem câmeras. Não tinha testemunha. Não é um bar, é uma vendinha. É uma coisa bem humilde ali”, explicou a delegada. “A gente precisa investigar a conduta dela, se teve alguma relação ou não”.
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