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Policial penal é condenado a 18 anos por matar professor de ginástica em briga de trânsito

Policial penal é condenado a 18 anos por matar professor de ginástica em briga de trânsito

03/12/2025 às 14h03
Por: Redação Fonte: Agência Diario de Pernambuco
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Policial penal é condenado a 18 anos por matar professor de ginástica em briga de trânsito

Policial penal é condenado a 18 anos por matar professor de ginástica em briga de trânsito.

 

O  policial penal Claudomerisson José do Nascimento, de 55 anos, foi condenado pela Justiça pernambucana, na noite de terça (2) pelo assassinato do professor de ginástica Marlon de Melo Freitas da Luz, de 31.

O policial penal Claudomerisson José do Nascimento, de 55 anos, foi condenado pela Justiça pernambucana pelo assassinato do professor de ginástica Marlon de Melo Freitas da Luz, de 31. O crime aconteceu durante uma briga de trânsito, em 2024, em Olinda, no Grande Recife.

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Segundo a decisão anunciada no fim da noite de terça (2), pelo Tribunal do Júri de Olinda, a pena imposta a ele é de 18 anos e oito meses de prisão.

A condenação foi determinada por homicídio qualificado. A pena deve ser cumprida, inicialmente, em regime fechado.

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De acordo com o TJPE, a sentença arbitrou duas qualificadoras para o crime: mediante traição, emboscada, dissimulação ou recurso que impossibilite a defesa da vítima; e em atividade típica de grupo de extermínio, ainda que praticado por um só agente.

Entenda

O crime aconteceu na Avenida Antônio da Costa Azevedo, no bairro de Peixinhos, em 4 de maio de 2024. O professor retornava do trabalho para casa, na Zona Norte do Recife, quando foi baleado no tórax e no braço. Depois de quatro dias internado no Hospital da Restauração (HR), no bairro do Derby, centro do Recife, o Marlon não resistiu aos ferimentos e faleceu. Ele deixou esposa e uma filha de 7 anos.

O policial penal havia se apresentado à 9ª Delegacia de Homicídios no dia 8 de maio, permanecendo em silêncio. Na ocasião, ele, que atua na Paraíba, teve a arma de fogo apreendida e foi liberado. O mandado de prisão preventiva foi cumprido pela Polícia Civil. Claudomerisson também responde a um processo administrativo instaurado pela Secretaria de Estado da Administração Penitenciária da Paraíba (Seap-PB)

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