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Presidente da Colômbia critica Trump por restrições à Venezuela e pede multa a aéreas

Presidente da Colômbia critica Trump por restrições à Venezuela e pede multa a aéreas

30/11/2025 às 17h57
Por: Redação Fonte: Reuters
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Presidente da Colômbia critica Trump por restrições à Venezuela e pede multa a aéreas

Presidente da Colômbia critica Trump por restrições à Venezuela e pede multa a aéreas.

 

Presidente colombiano afirmou que medida dos EUA é ilegal e viola princípios do direito internacional.

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, questionou o fechamento do espaço aéreo da Venezuela imposto pelo governo dos Estados Unidos, afirmando que a medida seria totalmente ilegal”. Em uma série de publicações na rede X, pediu que companhias aéreas que atendam à medida sejam multadas.

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“Digo ao mundo que um presidente estrangeiro não pode fechar o espaço aéreo nacional, ou o conceito de soberania nacional e o conceito de direito internacional deixarão de existir”, afirmou Petro, ressaltando que fala em nome da Colômbia e como presidente da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).

Petro afirmou que não há autorização do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) nem do Senado dos Estados Unidos para qualquer medida militar ou restrição que afete o espaço aéreo venezuelano. “A ordem internacional deve ser preservada, e a América Latina e o Caribe devem afirmar isso sem medo”, reforçou.

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O presidente colombiano afirmou ainda que “nenhuma companhia aérea deve aceitar ordens ilegais sobre o espaço aéreo de qualquer país”. Com isso, solicitou que a União Europeia determine a normalização dos voos para a Venezuela ou aplique multas às empresas que descumprirem o acordo firmado entre europeus, latino-americanos e caribenhos.

Petro acrescentou que empresas colombianas que se recusarem a prestar os serviços contratados e não seguirem as instruções da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) ou do governo colombiano também devem ser sancionadas. O presidente criticou ainda a atuação da OACI, dizendo que a entidade estaria “falhando” ao permitir o fechamento. “A humanidade deve ter a liberdade de voar e os céus devem estar abertos em todo o mundo”, finalizou.

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