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Em Vitória da Conquista, Jerônimo Rodrigues acompanha atendimentos no segundo dia da Feira Saúde Mais Perto

Como parte das ações estaduais do Novembro Negro, durante a 2ª Marcha Quilombola, realizada pelo Instituto Quilombola do Território Sudoeste, em Vi...

29/11/2025 às 00h28
Por: Redação Fonte: Secom Bahia
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Foto: Joá Souza/GOVBA
Foto: Joá Souza/GOVBA

Como parte das ações estaduais do Novembro Negro, durante a 2ª Marcha Quilombola, realizada pelo Instituto Quilombola do Território Sudoeste, em Vitória da Conquista, a Feira Saúde Mais Perto apresentou um balanço de mais de três mil atendimentos em dois dias de ação. Nesta sexta-feira (28), durante agenda institucional no município, o governador Jerônimo Rodrigues visitou os espaços da feira e acompanhou os atendimentos na saúde.

“Novembro negro é sempre um mês dedicado à reflexão daquilo que a gente entende que a sociedade brasileira deve ao povo preto desse país. É preciso fazer um processo de reparação e avançar naquilo que a gente entende como direito. Que isso possa, ao longo do tempo, significar também mais igualdade para os nossos povos indígenas e quilombolas”, disse o chefe do executivo baiano.

O servente hospitalar, Marcos André Ferreira, de 35 anos, do Quilombo Lagoa de Vitorino, disse que a feira de saúde facilita muito o acesso aos exames. “Eu acho muito importante, porque ajuda a desafogar a cidade, no sentido da saúde pública, e ajuda quem tem dificuldade de chegar na cidade para fazer alguns exames e, através desse dessa iniciativa, consegue fazer”, comentou.

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A feira acontece até este sábado (29), com a entrega de mais duas mil pulseiras para exames de sangue, ultrassom, eletrocardiogramas e exames odontológicos. Os serviços são abertos ao público geral, mas têm como foco a população negra, quilombola e indígena. Secretária da Saúde do Estado (Sesab), Roberta Santana frisou que feira tem o objetivo de levar saúde às comunidades de difícil acesso.

“Onde, muitas vezes, as pessoas não têm acesso a exames regulares, ultrassom ou saúde bucal. Assim, a gente consegue fazer o cuidado preventivo chegar em comunidades ribeirinhas, quilombolas, indígenas e em cidades menores que têm esse vazio assistencial. Desde 2023, já atendemos mais de 150 municípios com essa ação”, acrescentou.

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Para o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Felipe Freitas, a ação reconhece a luta histórica de organizações negras e de direitos humanos. “Reconhece e valoriza a luta dessas organizações e atende a demandas das comunidades, em especial das comunidades rurais quilombolas, tão importantes para o desenvolvimento dessa região”, avaliou.

Repórter: Milena Fahel/GOVBA

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