
Profissionais de saúde da Atenção Primária à Saúde (APS) de municípios pernambucanos participaram, nesta quinta-feira (27/11), de uma oficina de qualificação para a implantação do método contraceptivo de implante subdérmico. A iniciativa é promovida pelo Ministério da Saúde (MS), com apoio da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE), e tem como objetivo ampliar o acesso aos métodos contraceptivos de longa duração na rede pública, tendo a APS como principal porta de entrada para esse cuidado.
Nesta etapa inicial, estão sendo contemplados com o método contraceptivo os municípios com mais de 50 mil habitantes. Em Pernambuco 35 municípios receberam os anticoncepcionais.
A qualificação reúne médicos, enfermeiros e coordenadores municipais de saúde, em um único dia de formação, com atividades teóricas e práticas no intuito de formar multiplicadores para posterior treinamento local de outros profissionais, tornando a APS resolutiva na oferta dos métodos contraceptivos disponíveis no SUS.
Durante a manhã, os participantes assistiram a aulas sobre direitos sexuais e reprodutivos, métodos contraceptivos disponíveis no SUS e orientações técnicas sobre o implante. Já no período da tarde, as atividades se concentraram na parte prática, com a demonstração de inserção do Implante, além de um vídeo explicativo que reforça o passo a passo do procedimento.
Dados do grupo de pesquisa Nascer Brasil, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), apontam que 40% das gestações entre jovens de 15 a 19 anos não são planejadas. Entre essas, mais de 70% envolvem meninas e mulheres negras nas regiões Norte e Nordeste do país, o que evidencia a importância de fortalecer o planejamento reprodutivo e o acesso a métodos eficazes como o implante e outros métodos de proteção.
A gerente de Atenção à Saúde da Mulher da SES-PE, Cleonúsia Vasconcelos, destaca a importância da ampliação do acesso ao método. “O Implante Subdérmico foi adquirido pelo Ministério da Saúde e faz parte da estratégia de fortalecimento do planejamento reprodutivo. Nossa prioridade é preparar as equipes para que esse atendimento chegue com segurança e qualidade às mulheres pernambucanas”, afirmou.
A previsão é de que, a partir do primeiro semestre de 2026, todos os municípios pernambucanos ofereçam o implante contraceptivo na rede pública. O método tem duração de até 3 anos, fortalecendo a autonomia das mulheres sobre seu planejamento reprodutivo.
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