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Trump chama troca de tiros com militares perto da Casa Branca de “ato de terror”

Trump chama troca de tiros com militares perto da Casa Branca de “ato de terror”

27/11/2025 às 08h53
Por: Redação Fonte: Infomoney
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Trump chama troca de tiros com militares perto da Casa Branca de “ato de terror”

Trump chama troca de tiros com militares perto da Casa Branca de “ato de terror”.

 

Dois integrantes da Guarda Nacional foram atingidos em um ataque que levou a Casa Branca a emitir alerta de risco e a reforçar o patrulhamento em Washington,.

Dois soldados da Guarda Nacional foram baleados na tarde desta quarta-feira (26) a poucos quarteirões da Casa Branca, em Washington. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou o episódio como um “ato de terror”, e o Departamento de Justiça abriu investigação por terrorismo.

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ataque ocorreu por volta das 14h30, horário local, em uma área movimentada próxima a restaurantes e cafeterias. O suspeito, identificado como Rahmanullah Lakanwal, 29, foi detido após troca de tiros com militares. Ele também ficou ferido. Segundo a Reuters, o Departamento de Justiça informou que Lakanwal é afegão e vive ilegalmente no país. Entrou nos EUA em 2021 com visto especial destinado a afegãos que auxiliaram o governo americano durante a guerra.

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Os dois militares atingidos integram o contingente mobilizado por Trump para patrulhar a capital desde agosto. Eles foram levados a hospitais em estado grave. A prefeita de Washington, Muriel Bowser, afirmou que o ataque foi um “tiroteio direcionado” contra integrantes da Guarda Nacional.

O episódio levou a Casa Branca a acionar alerta vermelho, que indica risco potencial de vida dentro do complexo presidencial, segundo o New York Times. O nível de ameaça foi reduzido para laranja mais tarde. Durante o lockdown, entradas e saídas do edifício foram bloqueadas pelo Serviço Secreto, e ruas no entorno foram interditadas.

A Agência de Aviação Civil suspendeu temporariamente todas as decolagens do Aeroporto Ronald Reagan por segurança. Os voos foram retomados em menos de uma hora.

Trump e o vice-presidente J.D. Vance não estavam em Washington no momento do ataque devido ao feriado de Ação de Graças. Nas redes sociais, o presidente chamou o atirador de “animal” e afirmou que ele “pagará um preço muito alto”. O secretário de Guerra, Pete Hegseth, informou o envio de mais 500 soldados para reforçar a segurança na cidade.

O ataque ocorre em meio à presença ampliada da Guarda Nacional na capital. Mais de 2 mil soldados foram deslocados em agosto, após Trump assumir o controle federal da polícia local como parte de uma ofensiva contra o crime. A medida enfrenta críticas da prefeita Bowser, que a classificou como “alarmante e sem precedentes”. Na semana passada, uma juíza federal determinou o fim da operação, mas suspendeu a própria ordem por 21 dias enquanto o governo decide se recorre ou retira as tropas.

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