
A hanseníase é uma doença infectocontagiosa crônica que, quando não tratada oportunamente, pode provocar lesões na pele, danos nos nervos periféricos e até incapacidades físicas, seguindo como um desafio para a saúde pública no Brasil. Pernambuco permanece entre os estados com maior número de casos novos da enfermidade, o que reforça a necessidade de ações contínuas de vigilância, cuidado e educação em saúde.
Nesse contexto, foi realizado nesta sexta-feira (14/11), no auditório da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Pernambuco (UPE), o XVI Seminário de Educação para Hanseníase de Pernambuco, com o tema “Hanseníase em pauta: ciência, cuidado e produção de conhecimento no estado de Pernambuco”.
O evento foi promovido pelo Grupo de Pesquisa e Extensão Cuidado e Direito à Saúde das Populações Vulneráveis (GRUPEV/UPE), em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) e o Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan Recife). A iniciativa reuniu profissionais de saúde, gestores, estudantes e representantes da sociedade civil envolvidos no enfrentamento à doença.
O seminário teve como foco a promoção da atualização científica e o compartilhamento de experiências voltadas à assistência integral à pessoa afetada pela hanseníase, além do debate sobre estratégias de prevenção, diagnóstico precoce e garantia de direitos, contribuindo diretamente para a redução do estigma ainda associado à doença.
Durante a abertura do evento, o secretário executivo de Vigilância em Saúde e Atenção Primária (SEVSAP), Renan Freitas, destacou a relevância do fortalecimento das ações integradas no combate à hanseníase em Pernambuco. “A hanseníase ainda representa um grande desafio para a saúde pública, especialmente em nosso estado, onde muitas pessoas seguem invisibilizadas. Iniciativas como este seminário demonstram a importância da gestão participativa e da atuação colaborativa entre poder público, academia e sociedade civil. A SES-PE está de portas abertas para fortalecer espaços de educação em saúde e garantir que ninguém fique para trás nessa agenda prioritária”, afirmou Renan.
O encontro também esteve alinhado à Estratégia Nacional para Enfrentamento à Hanseníase 2024–2030, do Ministério da Saúde, que prioriza o diagnóstico precoce e o acolhimento integral das pessoas acometidas.
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