
Na terça-feira, o dólar à vista fechou com baixa de 0,62%, aos R$ 5,2746.
Após cinco quedas consecutivas, o dólar fechou a quarta-feira em leve alta no Brasil, na contramão do recuo da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes no exterior, em uma sessão sem gatilhos fortes para o mercado de câmbio.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse nesta quarta-feira que a autarquia não apresentou em suas comunicações recentes nenhum sinal sobre o que fará com a taxa de juros no futuro, enfatizando que a política monetária seguirá dependente de dados.
Em sua primeira fala pública após a decisão deste mês, Galípolo disse que qualquer pessoa pode fazer comentários sobre o nível de juros no país, mas ponderou que o comando legal é muito claro ao definir uma meta explícita de inflação de 3%, alvo que será perseguido pelo BC.
O dólar à vista fechou em alta de 0,35%, aos R$5,2932 na venda — após ter atingido na véspera a menor cotação desde 6 de junho de 2024. No ano, a divisa acumula queda de 14,34%.
Às 17h07, o contrato de dólar futuro para dezembro — atualmente o mais negociado no Brasil — subia 0,29% na B3, aos R$5,3110.
O Senado dos EUA aprovou por 60 votos a 40 uma proposta para encerrar a paralisação recorde do governo norte-americano e a meedida será agora analisada pela Câmara dos Deputados do país. O projeto será votado na Câmara dos Deputados, controlada pelos republicanos, nesta quarta-feira. Na sequência o texto irá para a sanção de Trump.
A expectativa de encerramento da paralisação dava suporte às ações na Europa e impulsionava o dólar ante moedas fortes como o iene, o euro e a libra, mas a divisa cedia ante pares do real como o peso mexicano e o peso chileno.
Internamente, as atenções estarão voltadas para o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que participará de evento promovido pelo Bradesco Asset Management, às 14h. Mais cedo, Galípolo deu entrevista coletiva sobre o Relatório de Estabilidade Financeira (REF).
Entre os indicadores do dia, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o setor de serviços cresceu 0,6% em setembro ante agosto, na série com ajuste sazonal, e avançou 4,1% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Em pesquisa da Reuters, economistas previam alta de 0,4% frente a setembro e de 3,6% no ano.
(Com Reuters)
Internacional EUA abrem novas investigações sobre comércio desleal e miram UE, China e mais países.
Internacional AIE: guerra no Oriente Médio provoca interrupção recorde na oferta de petróleo.
Internacional Drone atinge prédio em Dubai e amplia tensão nos Emirados. Mín. 21° Máx. 32°