
Outras celebrações, como o mês dos Povos Indígenas, o Dia da Herança Judaica, o Dia da Memória do Holocausto e o Dia da Herança Hispânica também foram removidas
O Google retirou do aplicativo “Google Agenda” (ou Google Calendar, em inglês) eventos como o mês do Orgulho LBGTQIA+ e o mês da História Negra. A informação foi publicada pelo site “The Verge”.
Outras celebrações, como o mês dos Povos Indígenas, o Dia da Herança Judaica, o Dia da Memória do Holocausto e o Dia da Herança Hispânica também foram removidas. Antes, eram referências ao primeiro dia do mês dessas celebrações.
As mudanças no aplicativo do Google ocorrem em meio à uma série mudanças promovidas de big techs e gigantes de outros setores, que buscam se alinhar ao novo presidente dos Estados Unidos, o republicano Donald Trump. Google, Meta, Walmart, McDonald’s e outros recuaram em ações e programas de DEI (sigla para diversidade e inclusão).
Em resposta ao site “The Verge”, o Google confirmou as alterações nos eventos padrões do aplicativo. Segundo a empresa, as mudanças estão sendo feitas desde o meio de 2024 foram adotadas porque manter todas as datas comemorativas atualizadas era insustentável.
A alegação é de que, durante mais de uma década, o aplicativo mostrava apenas feriados públicos e referências a eventos oficiais de cada país e agora voltou a mostrar apenas datas oficiais, mas permite que usuários adicionem manualmente outros momentos importantes, segundo a empresa.
Recentemente, uma outra mudança feita pelo Google foi a alteração do nome do golfo do México para golfo da América no Google Maps. A troca de nomes é uma reivindicação de Trump. A mudança é visível nos Estados Unidos.
Google retira mês da História Negra e do Orgulho LGBTQIA+ de aplicativo de calendário.
Também será renomeado na plataforma o Monte Denali, o mais alto dos EUA, que passará a ser Monte McKinley, em referência ao ex-presidente americano.
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