
O Governo do Estado do Pará entrega, na próxima segunda-feira (3), o Parque Linear da Nova Tamandaré, no bairro da Cidade Velha, em Belém. A obra transforma a histórica avenida em um polo completo de lazer, cultura, mobilidade e convivência, com espaços reconstruídos que resgatam a memória da capital e promovem a ocupação qualificada do espaço urbano.
Com a construção de oito quiosques, áreas contemplativas, ciclovia, playground, espaço pet, academia ao ar livre e a urbanização de duas praças, o parque abrange nove quadras que receberam arborização e bem-estar em uma das regiões mais tradicionais de Belém.
População comemora nova paisagem urbana
Moradora da Cidade Velha há 62 anos, Socorro Oliveira celebra a entrega do novo espaço. “Essa obra é muito representativa, traz mais segurança e conforto para quem mora ou visita a região. Esse investimento vai valorizar a Cidade Velha e trazer mais qualidade de vida para todos”, afirmou.
A estudante Ana Beatriz Coelho, que reside na própria Avenida Tamandaré, também reconhece o impacto positivo da requalificação. “A obra deu mais vida para o bairro. Mesmo antes dessa reconstrução as pessoas já se exercitavam no entorno. Agora, esse número só vai crescer e fortalecer a convivência. Precisamos ocupar cada vez mais a cidade”, destacou.
Infraestrutura moderna e integração com transporte aquaviário
De acordo com o titular da Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop), Ruy Cabral, o Parque Linear da Nova Tamandaré representa uma requalificação urbana completa. “O local passou por um processo de modernização, restauração, adequação e melhorias. Além dos novos espaços de lazer, cultura e convivência, estamos urbanizando e integrando a região com um equipamento público que, aliado ao terminal hidroviário, vai garantir mais infraestrutura e qualidade de vida para a população”, explicou.
As obras foram iniciadas em abril de 2024, com a instalação de cinco comportas no canal e a retirada gradual dos tapumes, marcando o início da transformação urbana na área central da cidade.
Terminal Fluvial Turístico é legado para a mobilidade de Belém
Anexo ao parque, o Terminal Fluvial Turístico da Tamandaré é uma das principais obras de infraestrutura que integram os legados da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que será realizada em Belém nas próximas semanas. O terminal possui 1.300 m² de área construída, distribuídos em dois pavimentos.
Com capacidade para atender até 500 passageiros por dia, a estrutura terá área de embarque e desembarque coberta, mirante, restaurante, 12 salas administrativas, além de câmeras de monitoramento, sistema de energia solar e acesso por rampa metálica, flutuantes e passarela.
Cultura e memória valorizadas na nova Tamandaré
O projeto da Nova Tamandaré também reforça o vínculo entre o patrimônio histórico e o presente urbano. A diretora do Departamento de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural da Secretaria de Estado de Cultura (DPhac/Secult), Rebeca Ribeiro, destaca o valor simbólico da obra.
“O objetivo é revigorar a via como espaço de memória, lazer e convivência, preservando a história e a hidrografia de Belém, além de beneficiar o ecossistema local.”
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