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Dólar hoje avança com temores de uma trégua passageira entre China e EUA

Dólar hoje avança com temores de uma trégua passageira entre China e EUA

30/10/2025 às 13h37
Por: Redação Fonte: Reuters
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Notas de 100 dólares 27/01/2025 REUTERS/Luisa González
Notas de 100 dólares 27/01/2025 REUTERS/Luisa González

Dólar hoje avança com temores de uma trégua passageira entre China e EUA.

 

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O dólar à vista opera com baixa ante o real nesta sexta-feira (30), após o anúncio de uma trégua comercial entre EUA e China, que inclui redução de tarifas e suspensão de controles sobre exportações de terras raras. Apesar do gesto diplomático, agentes do mercado se mostravam reticentes devido a preocupações de que a trégua possa ser passageira.

 

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Na véspera, após o Federal Reserve cortar os juros em 0,25 ponto percentual, o presidente do BC americano, Jerome Powell, sinalizou que um corte em dezembro ainda é incerto.

Qual a cotação do dólar hoje?

Às 9h10, o dólar à vista subia 0,24%, aos R$ 5,372 na venda. Na B3 o dólar para novembro — atualmente o mais líquido no Brasil — avançava 0,36%, aos R$ 5,379.

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Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,371
  • Venda: R$ 5,372

Dólar Turismo

  • Compra: R$ 5,415
  • Venda: R$ 5,595

O que aconteceu com dólar hoje?

Os Estados Unidos e a China fecharam uma trégua comercial de um ano após a primeira reunião entre Donald Trump e Xi Jinping em seis anos, durante a cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), em Busan, na Coreia do Sul. O acordo, anunciado na madrugada desta quinta, suspende restrições e tarifas que vinham elevando a tensão entre as duas maiores economias do mundo.

Segundo comunicado conjunto, Washington e Pequim adiaram por um ano a implementação de medidas que afetariam setores estratégicos. A China suspendeu os controles de exportação sobre terras raras, enquanto os EUA congelaram a ampliação de restrições tecnológicas a subsidiárias de empresas chinesas.

A decisão do Federal Reserve veio em linha com o esperado, com um corte de 0,25 ponto percentual, levando a taxa de juros americana para a banda entre 3,75% e 4% ao ano. No entanto, a decisão não foi unânime e o presidente do Powell deixou em aberto se haverá ou não um corte de juros na próxima reunião de dezembro.

(Com Reuters)

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