
Com o compromisso de promover cidadania e ampliar o acesso a direitos, o Hospital Infantil Lucídio Portella (HILP) realiza, nos dias 29, 30 e 31, das 8h às 12h, um mutirão para emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). Voltada para pacientes, familiares, acompanhantes e servidores públicos, a ação está sendo realizada na Sala de Aula do Hospital.
A iniciativa é do Grupo de Trabalho de Humanização (GTH/HILP) e faz parte das ações que buscam ir além do cuidado assistencial, oferecendo também oportunidades que garantam dignidade e inclusão social às famílias e colaboradores. “Esta ação social vem trazer cidadania tanto para os servidores que precisam renovar a Carteira de Identidade Nacional, como também para as crianças e adolescentes que são assistidas pelo hospital”, afirma a diretora-geral, Leiva Moura.

É importante lembrar que a Carteira de Identidade Nacional hoje é a porta de entrada para as demais políticas públicas. “Ela facilita o atendimento em saúde e educação. Qualquer atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da nova CIN, é realizado de forma mais ágil, rápida e prática. A nova Carteira de Identidade Nacional também é dez vezes mais segura do que qualquer outro documento e garante a legitimidade do cidadão, o acesso democrático às políticas públicas e rapidez nos processos”, destaca Lívia Queiroz, diretora de Cidadania Digital.
Para o assistente social do GTH/HILP, Jorge Luiz, o mutirão representa mais um passo na missão do hospital de cuidar das pessoas de forma integral. “Quando o hospital abre suas portas para ações como essa, ele amplia o conceito de cuidado. Não é apenas sobre tratar doenças, mas sobre garantir direitos, fortalecer vínculos e facilitar o acesso das famílias aos serviços públicos. Esse é o verdadeiro sentido da humanização”, afirma.

Durante os três dias de mutirão, os participantes devem apresentar os seguintes documentos: obrigatórios – Certidão de Nascimento, comprovante de residência e CPF. Opcional – NIT/PIS/PASEP, CNH, título de eleitor, tipo sanguíneo, carteira profissional, certificado de reservista (para homens), cartão do SUS. “Pessoas com alguma deficiência devem apresentar laudo médico”, avisa Jorge Luiz. “Vale lembrar que certidões manuscritas, rasuradas ou ilegíveis não serão aceitas”, alerta o assistente social.

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