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EUA revogam visto de brasileiro por ironizar morte de Charlie Kirk

EUA revogam visto de brasileiro por ironizar morte de Charlie Kirk

15/10/2025 às 08h31 Atualizada em 15/10/2025 às 08h39
Por: Redação Fonte: infomoney
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EUA revogam visto de brasileiro por ironizar morte de Charlie Kirk

EUA revogam visto de brasileiro por ironizar morte de Charlie Kirk.

 

Departamento de Estado afirmou que seis estrangeiros, incluindo um brasileiro, publicaram comentários irônicos sobre o assassinato de Charlie Kirk, morto em setembro.

O governo dos Estados Unidos revogou nesta terça-feira (14) os vistos de seis estrangeiros, entre eles, um brasileiro, por comentários feitos nas redes sociais sobre a morte do ativista de direita Charlie Kirk. O anúncio foi feito pelo Departamento de Estado, que classificou as publicações como irônicas ou comemorativas do assassinato.

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De acordo com o órgão, os estrangeiros são originários da Argentina, África do Sul, México, Brasil, Alemanha e Paraguai. Nenhum nome foi divulgado oficialmente, mas a conta do Departamento de Estado no X citou um caso em que um brasileiro teria escrito que “Charlie Kirk foi o motivo de um comício nazista onde marcharam em sua homenagem” e que ele “morreu tarde demais”.

“Os Estados Unidos não têm obrigação de receber estrangeiros que desejam a morte de americanos”, afirmou o Departamento de Estado na mesma publicação. O órgão acrescentou que o presidente Donald Trump e o secretário de Estado, Marco Rubio, “defenderão nossas fronteiras, nossa cultura e nossos cidadãos aplicando nossas leis de imigração”.

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A decisão ocorre um mês após Kirk ter sido morto enquanto discursava em uma universidade em Utah. No funeral, Trump o chamou de “herói americano” e, na terça-feira, concedeu-lhe postumamente a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta honraria civil do país.

A revogação dos vistos integra uma ofensiva migratória mais ampla do governo Trump, que vem adotando medidas contra estrangeiros considerados ofensivos ou críticos à política externa dos EUA. Nos últimos meses, o Departamento de Estado também cancelou vistos de autoridades mexicanas, negou entrada ao presidente palestino Mahmoud Abbas e iniciou uma revisão dos mais de 55 milhões de vistos ativos.

Entidades de direitos civis criticaram as medidas, afirmando que elas ameaçam a liberdade de expressão garantida a qualquer pessoa em território americano, independentemente de nacionalidade.

 

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