
Legenda pressiona por saída imediata do titular do Turismo, alinhado ao governo Lula.
O União Brasil abriu um processo de expulsão contra o ministro do Turismo, Celso Sabino, após sua resistência em deixar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A medida ocorre após expirar o prazo dado pela federação formada por PP e União Brasil para que todos os filiados entregassem seus cargos na Esplanada. A apuração é da CNN Brasil.
Apesar de ter apresentado carta de demissão a Lula na semana passada, Sabino sinalizou que só sairia do cargo após concluir uma série de agendas de entrega de obras ligadas à COP30, previstas para novembro em Belém (PA), sua base eleitoral.
O União Brasil abriu um processo de expulsão contra o ministro do Turismo, Celso Sabino, após sua resistência em deixar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A medida ocorre após expirar o prazo dado pela federação formada por PP e União Brasil para que todos os filiados entregassem seus cargos na Esplanada. A apuração é da CNN Brasil.
Apesar de ter apresentado carta de demissão a Lula na semana passada, Sabino sinalizou que só sairia do cargo após concluir uma série de agendas de entrega de obras ligadas à COP30, previstas para novembro em Belém (PA), sua base eleitoral.
O partido abriu dois processos internos contra Sabino. Um deles, relatado pelo deputado Fábio Schiochet (SC), presidente da Comissão de Ética da Câmara, trata da expulsão do ministro por infidelidade partidária. O outro, sob relatoria da senadora Professora Dorinha (TO), prevê a destituição da Executiva estadual do União Brasil no Pará, comandada pelo próprio Sabino.
O ministro foi notificado e tem até esta sexta-feira (3) para apresentar defesa prévia. A expectativa é de que o parecer seja apresentado na próxima quarta-feira (8) e, segundo apuração da emissora, deve recomendar a expulsão caso Sabino não oficialize a saída do cargo até segunda-feira (7).
A permanência de Sabino no governo expõe a divisão interna no União Brasil, partido que tenta consolidar posição de independência em relação ao Palácio do Planalto.
O movimento também é acompanhado de perto pelo Centrão, que busca ampliar sua influência sobre o governo e já mira novos espaços na Esplanada após a saída de ministros indicados por siglas da federação.
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