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Hamas concorda em libertar reféns israelenses segundo plano de Trump para Gaza

Hamas concorda em libertar reféns israelenses segundo plano de Trump para Gaza

03/10/2025 às 17h44
Por: Redação Fonte: infomoney
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Hamas concorda em libertar reféns israelenses segundo plano de Trump para Gaza

Hamas concorda em libertar reféns israelenses segundo plano de Trump para Gaza.

 

Grupo concorda em liberar todos os reféns israelenses e entregar administração de Gaza a tecnocratas, mas mantém pontos a serem discutidos.

O Hamas anunciou nesta sexta-feira, 3, que aceita pontos centrais da proposta de paz apresentada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, incluindo a libertação de reféns israelenses e a transferência da administração de Gaza.

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Em comunicado, a organização afirmou que a decisão foi tomada “a partir da responsabilidade nacional e do compromisso com os princípios, direitos e interesses supremos do nosso povo” após “amplas consultas” com lideranças, facções palestinas e mediadores regionais.

O prazo final dado por Trump se encerrava às 19 horas (de Brasília) de domingo.

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O grupo se antecipou e declarou sua “concordância em libertar todos os prisioneiros da ocupação Israel, vivos e restos mortais conforme a fórmula de troca prevista na proposta do presidente Trump, mediante condições adequadas no terreno para a operação”.

Segundo o texto, o Hamas confirma sua disposição de entrar “imediatamente, por meio dos mediadores, em negociações para discutir os detalhes”.

Outro ponto ressaltado foi a disposição de abrir mão do controle direto da Faixa de Gaza.

O Hamas reiterou sua aceitação em transferir a administração da Faixa de Gaza para uma Autoridade Palestina composta por membros independentes, “com base em consenso nacional palestino e apoiada por países árabes e islâmicos”.

A nota também destacou que outras questões ligadas ao futuro de Gaza e aos “direitos legítimos do povo palestino” devem ser tratadas em “um quadro nacional palestino abrangente”, baseado em resoluções internacionais.

O movimento afirmou valorizar “os esforços árabes, islâmicos e internacionais, bem como os de Trump, voltados a deter a guerra contra a Faixa de Gaza”.

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