
Mangueiras para sucção e descarga de produtos químicos desempenham função essencial na indústria química, facilitando o transporte de substâncias em processos de produção e armazenamento. Esses equipamentos suportam condições específicas para evitar contaminação e vazamentos. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), o setor químico brasileiro registrou faturamento de US$ 158,6 bilhões em 2024, representando 11% do Produto Interno Bruto (PIB) industrial.
Segundo Daniel Rodrigues Inocencio, diretor comercial da Maxxflex, “mangueiras como a ACPQ, fabricada pela Maxxflex Indústria de Borrachas, contam com tubo de borracha sintética adaptado ao tipo de químico, reforçadas por lonas têxteis e espiral de arame de aço. A cobertura em borracha sintética resiste à abrasão, intempéries e ozônio. Essas mangueiras operam em temperaturas de até 80 °C e suportam sucção de 610 mm/Hg. Terminais variam entre retos, cuffs, flanges ou niples”.
“O uso de mangueiras resistentes é crucial para operações seguras no manuseio de químicos, prevenindo riscos ambientais e de saúde. Materiais adequados minimizam falhas em sistemas de transferência, garantindo a integridade dos processos industriais”, de acordo com José Francisco dos Santos, diretor executivo da Maxxflex.
Essas mangueiras são utilizadas em indústrias químicas para sucção e descarga de substâncias, atendendo a demandas de setores como petroquímico e farmacêutico. No Brasil, onde o setor gera R$ 30 bilhões de reais em tributos anualmente, equipamentos como esses integram cadeias de produção que enfrentam desafios como queda na produção em 2025.
Investimentos no setor químico nacional, apesar de quedas em vendas e demanda interna no primeiro bimestre de 2025, enfatizam a necessidade de ferramentas duráveis. A ociosidade recorde no primeiro trimestre destaca a importância de soluções versáteis para manutenção de operações.
A fabricação de mangueiras incorpora avanços em sustentabilidade. Iniciativas como projetos de sustentabilidade do setor de borracha, iniciados em 2018, promovem o uso de látex nacional e práticas de cultivo que respeitam o meio ambiente. Fabricantes adotam essas diretrizes, alinhando desempenho técnico com responsabilidade ecológica.
“A expertise em mangueiras para produtos químicos reforça a segurança no setor. A evolução contínua dessas tecnologias apoia a eficiência em processos industriais”, reforça José Francisco dos Santos.
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