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“Eleições nos EUA, não me meto. Em eleições no Brasil, Trump não se mete”, diz Lula

“Eleições nos EUA, não me meto. Em eleições no Brasil, Trump não se mete”, diz Lula

24/09/2025 às 18h57
Por: Redação Fonte: infomoney
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“Eleições nos EUA, não me meto. Em eleições no Brasil, Trump não se mete”, diz Lula

“Eleições nos EUA, não me meto. Em eleições no Brasil, Trump não se mete”, diz Lula.

 

Mesmo com discurso alinhado com a busca por boa relação, o presidente destacou que não tolerará interferências na política brasileira.

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Em coletiva de imprensa após agenda na Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou querer reestabelecer harmonia necessária entre Brasil e EUA. Mesmo com discurso alinhado com a busca por boa relação, o presidente destacou que não tolerará interferências na política brasileira e que a soberania não está em pauta.

“Quando tiver eleições nos EUA, eu não me meto. Quando tiver eleições no Brasil, ele não se mete”, disse.

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Dizendo-se “satisfeito” com a rápida conversa com Trump na terça-feira após fazer seu discurso de abertura na Assembleia-Geral da ONU em Nova York, Lula confirmou a possibilidade de um encontro entre os dois nos próximos dias.

“Eu tive uma outra satisfação de ter um encontro com o presidente Trump. Aquilo que parecia impossível deixou de ser impossível e aconteceu. Eu fiquei feliz quando ele disse… que pintou uma química boa entre nós”, afirmou Lula em entrevista na sede da ONU em Nova York.

“Como eu acho que a relação humana é 80% química e 20% emoção, eu acho que é muito importante essa relação e eu torço para que dê certo porque Brasil e Estados Unidos são as duas maiores democracias do continente”, acrescentou o presidente, citando áreas de interesse mútuo no setor empresarial, comercial, industrial, tecnológico e digital, entre outros.

Lula disse que gostaria de apresentar ao presidente americano as reais condições presentes no comércio entre o Brasil e os EUA. “Acho que Trump está mal informado em relação ao Brasil e isso fez com que ele tomasse decisões que não são aceitáveis em países que tem relação diplomática há mais de 200 anos”, diz.

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