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Macron brinca ao ser barrado por comitiva de Trump após reconhecimento da Palestina

Macron brinca ao ser barrado por comitiva de Trump após reconhecimento da Palestina

23/09/2025 às 09h38 Atualizada em 23/09/2025 às 17h22
Por: Redação Fonte: infomoney
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Macron brinca ao ser barrado por comitiva de Trump após reconhecimento da Palestina

Macron brinca ao ser barrado por comitiva de Trump após reconhecimento da Palestina.

 

Presidente francês ironizou situação nas ruas de Nova York.

O presidente da França, Emmanuel Macron, protagonizou uma cena inusitada em Nova York, onde participa da 80ª Assembleia-Geral da ONU. Registrado pelo jornalista francês Rémy Buisine, da plataforma Brut., Macron foi momentaneamente bloqueado pela polícia devido à passagem da comitiva do presidente americano, Donald Trump.

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Com bom humor, o francês pegou o celular e ligou para Trump, em tom de piada, para comentar o episódio. O vídeo viralizou nas redes sociais, contrastando com o peso da agenda diplomática que Macron leva a Nova York.

Reconhecimento da Palestina

Horas antes, Macron anunciou oficialmente que a França reconhece o Estado da Palestina, formalizando a promessa feita em julho. A declaração foi dada durante um evento paralelo da ONU, voltado ao conflito no Oriente Médio e à solução de dois Estados para a região de Israel e Palestina.

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O encontro foi presidido pela França e pela Arábia Saudita e contou com líderes de diversos países. Estados Unidos e Israel, contrários à proposta, não participaram da reunião.

Macron afirmou que o movimento procura “abrir caminho para uma paz justa e duradoura” e reforçou que o reconhecimento da Palestina deve servir de base para negociações multilaterais que envolvam atores regionais e potências globais.

Com a decisão, a França se soma a um grupo crescente de países europeus — como Bélgica, Luxemburgo, Malta e Portugal — que passaram a reconhecer o Estado palestino em 2025, elevando para mais de 145 países no total.

Israel e Estados Unidos reagiram de forma contrária, sinalizando possíveis represálias diplomáticas e ampliando a tensão na Assembleia-Geral deste ano, marcada também pela guerra na Ucrânia e pela escalada no Oriente Médio.

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