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Pentágono testa sistema de micro-ondas que elimina enxame de drones de uma só vez

Pentágono testa sistema de micro-ondas que elimina enxame de drones de uma só vez

19/09/2025 às 20h23 Atualizada em 23/09/2025 às 17h57
Por: Redação Fonte: Agência O Antagonista
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Pentágono testa sistema de micro-ondas que elimina enxame de drones de uma só vez

Pentágono testa sistema de micro-ondas que elimina enxame de drones de uma só vez.

 

O avanço na tecnologia de micro-ondas de alta potência está marcando uma nova fase na corrida tecnológica militar global..

O avanço na tecnologia de micro-ondas de alta potência anti-drones está marcando uma nova fase na corrida tecnológica global, com a China liderando o movimento através de seu sistema conhecido como Hurricane.

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O avanço na tecnologia de micro-ondas de alta potência anti-drones está marcando uma nova fase na corrida tecnológica global, com a China liderando o movimento através de seu sistema conhecido como Hurricane.

Este desenvolvimento impulsionou uma resposta rápida por parte dos Estados Unidos, que está investindo pesadamente em projetos destinados a neutralizar ameaças emergentes como o uso de drones.

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Nos Estados Unidos, o sistema Leonidas, desenvolvido pela Epirus, tem demonstrado poderes notáveis ao conseguir derrubar drones simultaneamente, reforçando assim a capacidade de defesa do país contra ataques massivos de veículos aéreos não tripulados.

O teste mais recente do sistema Leonidas ocorreu em Indiana, no campo de treinamento Atterbury, onde se destacou não apenas por sua precisão, mas também por sua aplicação potencial em várias áreas além do campo de batalha.

O design inovador da Epirus permite que o sistema seja extremamente eficaz em ambiente urbano e em outras infraestruturas críticas, como portos e aeroportos.

A arquitetura do Leonidas baseia-se em amplificadores feitos de nitreto de gálio, capazes de suportar condições extremas, o que garante a robustez necessária para operações de defesa complexas.

Qual é a estratégia por trás do desenvolvimento do Leonidas?

A principal estratégia por trás do desenvolvimento do Leonidas é lidar com a sofisticação e a multiplicação de ataques coordenados por drones, algo que tem sido cada vez mais comum em conflitos modernos.

O sistema é projetado para ser um recurso sustentável, comparado a outras defesas que se esgotam rapidamente como mísseis ou baterias de lasers.

Ao conseguir operar de maneira contínua enquanto alimentado eletricamente, o Leonidas oferece uma alternativa duradoura e eficaz em situações de combate onde a velocidade de reação e a durabilidade são cruciais.

Este conceito de “um contra muitos” posiciona o Leonidas como um elemento essencial na estratégia de defesa norte-americana.

 

Quais são os desafios e avanços na integração desses sistemas?

Um dos maiores desafios na integração do Leonidas nos sistemas de defesa existentes é a sua incorporação em uma rede mais ampla, que inclui sensores avançados e sistemas cinéticos.

Este tipo de integração exige que o sistema não apenas neutralize ameaças, mas também comunique dados em tempo real para uma resposta coordenada eficaz.

As Forças Armadas dos Estados Unidos, reconhecendo o potencial desta tecnologia, já investiram consideravelmente para garantir que estas soluções de microondas possam ser aplicadas em cenários reais, como demonstrado em exercícios recentes nas Filipinas.

Como o contexto global influencia a urgência por tecnologias anti-drones?

No atual cenário geopolítico, a proliferação de drones como ferramentas de ataque e defesa tem acelerado o desenvolvimento de sistemas como o Leonidas.

Conflitos em regiões como Ucrânia e Oriente Médio mostraram como drones podem ser utilizados tanto ofensivamente quanto defensivamente, desde o lançamento de explosivos até a realização de reconhecimento estratégico.

Esta realidade multiplica a necessidade de defesas que possam lidar com enxames de drones, superando rapidamente defesas convencionais.

A habilidade do Leonidas de desativar múltiplos drones simultaneamente torna esta tecnologia uma solução proeminente na manutenção da supremacia tecnológica e militar.

À medida que o desenvolvimento prossegue, um passo natural é a miniaturização do sistema, tornando-o adaptável a veículos blindados e drones de maior porte para expandir ainda mais seu alcance e eficácia.

Ademais, a criação de versões estáticas para proteção de áreas urbanas indica um futuro onde a defesa antidrone pode ser parte estruturante das cidades.

A capacidade de adaptação e evolução contínua dessas tecnologias demonstra o compromisso dos Estados Unidos em não ficar atrás na constante disputa por avanços militares.

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