
O Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose), unidade gerida pela Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH), estará de portas abertas neste sábado, 20, em horário especial, das 7h às 11h. A iniciativa integra o projeto de ampliação de funcionamento em um sábado por mês, oferecendo oportunidade de doação para quem não consegue comparecer durante a semana.
A primeira edição da abertura aos sábados coincide com o Dia Mundial do Doador de Medula Óssea, comemorado anualmente no terceiro sábado de setembro. Em 2025, a data será em 20 de setembro, reforçando a importância da solidariedade e da conscientização sobre a doação de células-tronco hematopoéticas, um gesto que pode representar a cura para pacientes com doenças graves, como a leucemia.
De acordo com a superintendente do Hemose, Fernanda Kelly Fraga, a ação tem caráter estratégico e de grande impacto social. “Ampliar os dias de funcionamento é ampliar, também, as chances de salvar vidas. O sangue é insubstituível, e sua doação é fundamental para o atendimento de pacientes da rede pública e privada do nosso estado. Da mesma forma, incentivar o cadastro de doadores de medula óssea é plantar esperança para quem enfrenta doenças hematológicas graves. Quanto mais pessoas se cadastrarem, maiores são as chances de compatibilidade e de cura”, ressaltou.
Durante a semana, o Hemose funciona normalmente de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h. E, a partir do próximo mês, os doadores contarão com mais facilidade. No dia 3 de outubro, um posto de coleta de sangue começará a funcionar no Shopping Jardins, com a proposta de levar o ato de doar para mais perto da rotina da população. A iniciativa ficará disponível por um mês.
Critérios para doar sangue
Para doar, a pessoa precisa estar em boas condições de saúde, ter idade entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 quilos, estar alimentado e apresentar um documento oficial com foto. Para menores de 18 anos, é necessária autorização formal dos responsáveis legais.
Critérios para cadastro de medula óssea
Ter entre 18 e 35 anos, estar saudável e não apresentar doenças infecciosas ou incapacitantes. O processo é simples: preencher uma ficha de identificação e coletar uma pequena amostra de sangue, que servirá para análise e inclusão no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome).


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