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Saiba quem é o baleado alvo da invasão armada no Hospital Pedro II

Saiba quem é o baleado alvo da invasão armada no Hospital Pedro II

18/09/2025 às 14h51
Por: Redação Fonte: infomoney
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Saiba quem é o baleado alvo da invasão armada no Hospital Pedro II

Saiba quem é o baleado alvo da invasão armada no Hospital Pedro II.

 

Criminosos encapuzados invadiram a unidade e levaram pânico ao local em busca de Lucas Fernandes de Sousa; denúncia do MP aponta o envolvimento dele em um esquema de cobrança ilegal contra comerciantes e moradores.

O paciente que se tornou alvo de uma ação criminosa dentro do Hospital municipal Pedro II, em Santa Cruz, Na Zona Oeste do Rio, na madrugada desta quinta-feira, foi identificado como Lucas Fernandes de Sousa, de 31 anos. Morador de Paciência, ele já exerceu função de praça do Exército Brasileiro e denunciado por organização criminosa e extorsão a comerciantes e moradores da região.

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De acordo com uma denúncia oferecida pelo Ministério Público do Rio (MP-RJ), Lucas e outro acusado foram flagrados, no dia 19 de julho de 2019, por policiais civis, extorquindo comerciantes e moradores na Rua Graça e Paz, em Paciência. A denúncia foi recebida pela Justiça, que determinou a quebra de sigilo dos celulares apreendidos para apuração do esquema criminoso. O processo, no entanto, foi arquivado.

Na manhã desta quarta-feira, Lucas deu entrada no Pedro II após ser baleado e sofrer outras lesões de raspão em uma tentativa de homicídio. A informação chegou às forças de segurança de que ele teria ligação com um grupo paramilitar. Durante a madrugada, oito homens encapuzados, armados com fuzis e pistolas e ligados à milícia, invadiram o hospital em busca do paciente. Eles renderam seguranças por volta das 2h40 e seguiram até o centro cirúrgico, acreditando que ele estivesse em operação. No entanto, Lucas já havia descido para a enfermaria.

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A ação criminosa interrompeu o funcionamento da unidade e provocou momentos de pânico entre médicos, pacientes e funcionários. O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, classificou o episódio como “uma situação que mostra total falência da política de segurança no Estado do Rio de Janeiro”.

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