Organizado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CMDPD) com apoio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Proteção e Assuntos Comunitários (Seaspac), o I Simpósio de Luta da Pessoa com Deficiência, iniciou nesta terça-feira, 16, no Teatro Eduardo Abdelbor, trabalhando inclusão, acessibilidade e respeito à diversidade. O simpósio é um espaço de debate, que visa a integração e o fortalecimento da pauta sobre as pessoas com deficiência junto à sociedade, como explica o presidente do CMDPD, Marconi Guimarães.
“Foi pensado um momento, alguns dias, que venham levar para a comunidade, para a sociedade a importância da pessoa com deficiência, a importância da inclusão e a importância de uma sociedade para todos”, ressalta.
A programação iniciou com blitz de conscientização na entrada da Marabá Pioneira. Nesta quarta-feira, ocorrem palestras com temáticas como trabalho, inclusão e acessibilidade.
Quem ministrou a primeira palestra, após a mesa de abertura, foi a juíza Renata Milhomem, que abordou cidadania, direitos humanos e justiça.
“O tema da palestra vai ser especialmente a acessibilidade sobre as diversas perspectivas, urbanística, comunicacional, arquitetônica, educacional e também no Poder Judiciário. O impacto que a convenção sobre os direitos da pessoa com deficiência, em Nova Iorque, de 2007, posteriormente à Lei Brasileira, provocaram no sistema jurídico essa nova compreensão da deficiência”, explica.
A programação contou com a presença de representantes de diversos órgãos e de entidades da sociedade civil. Para Mônica Thompson, titular da Seaspac, é de grande importância que a secretaria apoie eventos com dessa grandeza.
“O conselho pensou, criou uma estrutura e foi até nós para que pudéssemos apoiar e, de prontidão, apoiamos por entender a magnitude, a necessidade de essas pessoas estarem incluídas dentro da nossa sociedade. E nós, enquanto uma secretaria de inclusão, diversidade, não poderíamos de forma alguma ficar de fora do apoio a esse trabalho”.
Ana Alice Gonçalves é acompanhada pela APAE e assistiu à mesa de avertura. Ela conta como avalia a importância do simpósio. “Eu acho muito bom para as pessoas conhecerem sobre as pessoas com deficiência. É muito importante. A importância. Muito bom e muito relevante o assunto que debateram”, observa.
Na quinta-feira, 18, o simpósio segue com a exposição de materiais adaptados para pessoas com deficiência e apresentação cultural no Partage Shopping, das 10h às17h. Na sexta-feira, 19, ocorre uma Ação Cidadania, com atendimento médico e emissão de documentos, por exemplo, e a Feira de Empregos para Pessoas com Deficiência na Estação Conhecimento, no Núcleo São Félix.
Texto: Ronaldo Palheta
Fotos: Sara Lopes
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