
Mais um passo importantefoi dado paraampliar e consolidar o projeto de algodão orgânico consorciado noSemiárido da Paraíba, a partir de uma ação conjunta entre a Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer) e o Instituto Casaca de Couro(ICC), utilizando o sistema de irrigação, permitindo até três colheitas anuais.
O projeto foi implantado no município de Pilar, na Comunidade Chã de Areia, junto a três produtores rurais que são atendidos pela Empaer. Durante o lançamento o projeto na comunidade, a Gerência Regional da Empaer em Itabaianafoirepresentada peloagrônomo João Gonçalves.
“O Governo do Estado, por meio da Empaer, vai prestar todo a assistência técnica. A prefeitura municipal de Pilar entrou com o corte da terra. Já o Instituto Casacade Couro garante a compra da produção”, explicou o gerente regional da Empaer em Itabaiana, Paulo Emílio.
A proposta é utilizar as águas da transposição do Rio São Francisco,emuma ação que se estenderá até o município de Monteiro. Junto ao algodão são plantados milho e gergelim.
Para o agrônomo Vlaminck Saraiva, diretortécnico do Instituto Casacade Couro, na Paraíba o algodão sempre foi cultivado em sistema de sequeiro, junto com outras culturas alimentares. A etapa que está sendo proposta aos produtores rurais, na parceria com a Empaer, é que o algodão seja trabalhado usando irrigação.
“Usamos a mesma metodologia, mas tudo em áreas irrigadas. Com o pessoal investindo em irrigação, que pode ser com recursos próprios ou através de financiamento junto ao Banco do Nordeste, que financia através do Agroamigo”, explicou.
O trabalho de orientação de cultivo, desde o preparo do solo até a colheita, é feitoconjuntamente pelos extensionistas da Empaer.
Todo a produção do algodão recebe o certificado do Instituto Casaca de Couro que, também, adquire a safra com preço fixo.
“Então, garantimos o mercado para o algodão e estamos buscando também empresas que têm interesse em comercializar o gergelim e o milho que seriampara a produção de silagem e comercializar na própria região junto aos pecuaristas”, comentou.
A proposta inicial definida entre a Empaer e o ICC, foi de que este projeto fosse iniciado pelo município de Pilar, mas a meta é expandir a todos os municípios contemplados com as águas da transposição, partindo do município de Monteiro, no Cariri, até São Miguel de Taipu, no Agreste. “Enfim, inicialmente, queremos chegar a todos os municípios que estão às margens do Rio Paraíba. Mas se alguém tem um poço, um açude, um manancial que tenha condições de irrigar, estaremos juntos, Empaer e ICC, para executarmos esse projeto”, afirmou.


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