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Casa Branca quer reforço de US$ 58 mi na segurança após assassinato de Charlie Kirk

Casa Branca quer reforço de US$ 58 mi na segurança após assassinato de Charlie Kirk

13/09/2025 às 21h45
Por: Redação Fonte: infomoney
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Casa Branca quer reforço de US$ 58 mi na segurança após assassinato de Charlie Kirk

Casa Branca quer reforço de US$ 58 mi na segurança após assassinato de Charlie Kirk.

 

O pedido para incluir o financiamento extra em um próximo projeto de lei provisório ocorre antes do prazo final de 30 de setembro, quando a atual lei de gastos federais expira.

(Bloomberg) — O governo Trump está solicitando ao Congresso US$ 58 milhões extras para reforçar a segurança dos poderes Executivo e Judiciário após o tiroteio fatal da figura conservadora Charlie Kirk, de acordo com uma autoridade da Casa Branca ouvida pela Bloomberg.

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O pedido para incluir o financiamento extra em um próximo projeto de lei provisório ocorre antes do prazo final de 30 de setembro, quando a atual lei de gastos federais expira. O Punchbowl News foi o primeiro a noticiar o pedido de financiamento.

O governo também sinalizou apoio à expansão de recursos para proteger os parlamentares, embora tenha deixado os detalhes dessa decisão para o poder legislativo, informou o portal.

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O assassinato de Kirk em um evento universitário em Utah esta semana levantou novos temores sobre a segurança de autoridades públicas, especialmente após a tentativa de assassinato de Donald Trump durante a campanha presidencial do ano passado.

Os republicanos estão pressionando por um projeto de lei de gastos de curto prazo para manter o governo funcionando no próximo mês, mas até agora rejeitaram as exigências dos democratas para incluir disposições sobre assistência médica em qualquer extensão. Os republicanos precisarão obter os votos dos democratas para aprovar uma medida de gastos.

Isso configura um confronto sobre o fim dos subsídios do Obamacare e outras prioridades de financiamento da saúde, com os democratas prometendo bloquear qualquer medida que os ignore e alguns republicanos moderados sinalizando abertura para um acordo para evitar aumentos acentuados nos prêmios de seguro-saúde para milhões de americanos.

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