
O município de Quixabeira respira cultura nesta semana com a realização da segunda edição da Festa Literária e Cultural do Colégio Estadual de Tempo Integral Professora Terezinha Gonçalves Novais (FLICULT). A feira, que se encerra nesta quinta-feira (11), trouxe como tema “Ser-tão Quixabeira: a força e a resistência de nossa convivência no território jacuipense” e reuniu cerca de 800 estudantes em três dias de programação.
O evento tem como objetivo ampliar o diálogo e a reflexão sobre temáticas sociais, promovendo a leitura e a valorização da identidade cultural. A FLICULT reafirma a escola como espaço de saberes e de atitudes que fortalecem a convivência e a resistência do território.
Durante a feira, os estudantes participaram de mesas de debate, contação de histórias, cortejos culturais, noites de música e poesia, além de atividades que deram protagonismo às diferentes expressões artísticas.
A diretora do Núcleo Territorial de Educação da Bacia do Jacuípe (NTE 15), Nívea Maria Araújo, ressaltou a importância da iniciativa. “Estamos muito satisfeitos com a realização de feiras e festas literárias no Território da Bacia do Jacuípe e, em especial, nas nossas unidades escolares estaduais. A 2ª FLICULT, realizada pela nossa unidade escolar fortalece as ações que valorizam as produções estudantis e a difusão do livro e da leitura, na perspectiva da educação contextualizada”, afirmou.
Neste último dia da programação, os estudantes e visitantes podem acompanhar a abertura da exposição e visita aos stands, à feira solidária e à tenda de leitura, música e poesia com estudantes. Também fizeram parte a mesa com o tema “Possibilidades de resistência com o campo”, o bingo estudantil e a Feira de Economia Criativa, que trouxe a exposição de produtos dos projetos.
Protagonismo juvenil
Para a estudante Ana Beatriz Matos Jesus, 15 anos, da 1ª série, a FLICULT significou uma oportunidade de expressar talentos. “Foi muito interessante apresentar o meu projeto aqui, na feira. Senti aquela emoção ao mostrar o nosso trabalho para o público”, disse. Ela acrescentou que, tendo sido sua primeira participação na FLICULT, tudo foi novidade e trouxe muito aprendizado. "O que mais gostei foi o samba, porque, além de conhecimento, a feira mostrou que valoriza a nossa cultura”, contou.
Já o aluno Vinicius Almeida Lopes Reis, 17 anos, da 3ª série, sublinhou o impacto pessoal da experiência. “Participar da FLICULT é muito gratificante, porque a escola se dedicou bastante na organização e isso faz a diferença. Gostei muito da peça de teatro e do coral, que trouxeram ainda mais vida para o evento. Este tipo de iniciativa é essencial para que os estudantes se desenvolvam e fortaleçam a nossa identidade cultural”.
Fonte: Ascom/SEC
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