
Estudantes da Rede Pública Estadual de Sergipe participaram do Festival e Mostra Cine Massapê de filmes em um minuto - Raízes e Imagens. Mais de 80 projetos audiovisuais foram desenvolvidos por alunos da rede estadual para o evento, voltado a jovens sergipanos. O festival tem como objetivo promover a cultura e o audiovisual local, capacitando a juventude e suas comunidades para serem novos apreciadores e produtores.
O Festival e Mostra Cine Massapê de filmes de um minuto – Raízes e Imagens conta com o apoio do Ministério da Cultura, da Lei Aldir Blanc e da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap).
O coordenador do projeto, Sérgio Borges, ressaltou a importância de levar o cinema para as escolas. “O cinema tem o potencial de ser revolucionário, incentivando os alunos a se tornarem protagonistas de suas próprias histórias, refletindo sobre suas experiências e a sociedade”, pontuou.Diversas escolas estiveram representadas, dentre elas o Colégio Estadual Professora Zizinha Guimarães (Laranjeiras), a Escola Estadual José de Alencar Cardoso, Colégio Estadual Padre José Gumercindo dos Santos (Boquim), e o Colégio Estadual Paulino Nascimento e o Centro de Excelência Professor João Costa (Aracaju).
A aluna Lílian Vitória, do Centro de Excelência Professor João Costa, foi a responsável pelo filme “Há Beleza”, no qual retratou imagens do seu dia a dia. “Poder ver meu filme em uma tela de cinema foi maravilhoso, e ter meus amigos ali prestigiando também foi um momento único”, disse Lílian, que também escreveu um texto para acompanhar seu projeto audiovisual.
A Mostra, que aceita filmes com mais de um minuto, contou com a participação do Centro de Excelência Leonardo Gomes de Carvalho Leite, de Cristinápolis. O projeto “Amizade em cada passo” foi criado pelo aluno Gabriel Leandro, com a orientação do professor de Arte, Paulo Rodriguez. O filme de Gabriel aborda sua paixão pela quadrilha junina, que o ajudou em sua socialização.
Para Paulo Rodriguez, iniciativas como essa são essenciais. “Os alunos têm um potencial enorme, que geralmente é expresso por meio da escultura, da pintura, da dança e da música. Com a vinda dos celulares e tablets, ficou ainda mais fácil para que eles pudessem desenvolver a linguagem cinematográfica, potencializando suas angústias, seus desejos e seus quereres”, concluiu o professor, elogiando o festival e manifestando sua expectativa por novas edições.



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