
Tatiana da Silva Ribeiro teve um mandado de prisão expedido contra ela semanas antes do homicídio por descumprimento de medidas judiciais.
Tatiana da Silva Ribeiro, presa por matar o marido a facadas em Mairinque (SP) após um pedido de separação, teve um mandado de prisão expedido contra ela semanas antes do homicídio por descumprimento de medidas judiciais relacionadas a uma condenação anterior por furto qualificado. O crime ocorreu na segunda-feira (1).



Segundo a polícia, a suspeita confessa que já havia atentado contra outro companheiro e possuía registros de prisões em flagrante por furto e embriaguez ao volante. Ela também confessou o crime contra o marido, alegando legítima defesa sob efeito de álcool e medicamentos.
A condenação que resultou no mandado de prisão foi proferida em maio de 2024, por furto qualificado, com pena de 2 anos de reclusão em regime aberto. Em decisão que a CNN teve acesso, a ficha criminal dela indica "habitualidade criminosa".
A pena de prisão, no entanto, foi substituída por prestação de serviços à comunidade e pagamento de multa, além de outras cautelares, como comparecimento mensal em juízo e proibição de mudar de endereço sem avisar.
Em março de 2025, Tatiana comunicou à Justiça dificuldade em cumprir a prestação de serviços por motivos de trabalho. O Ministério Público, em abril, solicitou sua intimação para que retomasse o cumprimento da pena sob risco de conversão para privativa de liberdade.
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A juíza deferiu o pedido do Ministério Público, alertando sobre a conversão da pena e a expedição de mandado de prisão. Contudo, um oficial de Justiça não conseguiu intimá-la, pois ela não residia mais no endereço fornecido e o telefone não atendia.
Diante do não cumprimento e da mudança de endereço sem comunicação, o Ministério Público reiterou o pedido. A juíza, então, converteu a pena restritiva de direitos em privativa de liberdade e expediu o mandado de prisão.
Tatiana foi presa e compareceu a uma audiência de advertência em 30 de junho deste ano, onde novas condições do regime aberto foram estabelecidas, e ela forneceu um novo endereço. Com isso, ela foi liberada.
Semanas depois, Tatiana foi apontada como responsável pela morte de Marcos Ricardo de Araújo, de 48 anos, que foi atingido no peito após uma discussão na residência onde viviam.
Câmeras de segurança registraram a discussão enquanto Marcos tentava recuperar suas roupas. A prisão em flagrante de Tatiana foi convertida em preventiva.
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