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Seap-PB entrega certificados a mulheres policiais penais do primeiro Curso de Armamento e Tiro – Habilitação em Pistola Calibre .40

A Secretaria de Estado da Administração Penitenciária da Paraíba (SEAP-PB), por meio da Escola de Gestão Penitenciária (EGEPEN-PB), realizou nest...

29/08/2025 às 17h24
Por: Redação Fonte: Secom Paraíba
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Foto: Reprodução/Secom Paraíba
Foto: Reprodução/Secom Paraíba

A Secretaria de Estado da Administração Penitenciária da Paraíba (SEAP-PB), por meio da Escola de Gestão Penitenciária (EGEPEN-PB), realizou nesta sexta-feira (29) a solenidade de entrega dos certificados do primeiro Curso de Armamento e Tiro – Habilitação em Pistola Calibre .40 voltado exclusivamente para mulheres da Polícia Penal. A capacitação foi realizada nos dias 8 e 9 de julho, em João Pessoa, com a oferta de 40 vagas.

O secretário João Alves, ao entregar os certificados afirmou: “Parabenizo a todas vocês e quero dizer que somente esse ano já foram oferecidas pela Escola Penitenciária mais de mil vagas em cursos de capacitação para nossos servidores e algumas outras ações importantes estão em desenvolvimento como por exemplo a construção da matriz curricular de formação inicial e continuada da Polícia Penal”.

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Na opinião do diretor da EGEPEN-PB, policial penal Mazukyevicz Ramon Nascimento Silva, “essa ação educacional teve uma importância a mais para o Sistema Penitenciário da Paraíba pois antes desse curso o percentual médio de participação das mulheres nos cursos operacionais era cerca de 10%, e após essa formação o percentual aumentou para 35%, ou seja, a iniciativa serviu como efetivo estímulo à inclusão, respeito e valorização das profissionais”.

O gerente executivo de Ressocialização, João Sitônio Rosas, que também entregou certificados, declarou que o curso demonstra o compromisso da gestão do secretário João Alves, o diretor da EGEPEN, o policial penal, Mazukyevicz Nascimento, enfim, uma turma pensada, planejada especificamente para as mulheres, para atender essa demanda específica de qualificar as nossas mulheres policiais finais para atuação nas diversas dimensões do que é o trabalho da Polícia Penal da Paraíba, então, é um curso de extrema relevância que vai aperfeiçoar o trabalho dessas policiais penais”.

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O policial penal e instrutor do curso, Arthur Marinho, destacou que foi muito gratificante a experiência nesta formação e acredita que outros cursos para mulheres serão ofertados.

A policial penal e diretora do Presídio Valentina Figueiredo, Mirtes Danielle, revela: “Ter essa visão diferenciada foi algo inédito para nós e que realmente nos trouxe muita gratidão. Foi um conhecimento muito importante, extremamente válido. A gente espera que tenha outros. Eu tenho certeza que o doutor João Alves vai continuar ofertando cursos dessa natureza”.

Já policial penal Gil Carvalho, também agradeceu pela oportunidade de voltar à área operacional. “mulher verdadeiramente é capaz, tem condição de portar uma arma, a mesma condição de exercer como polícia o mesmo papel

O curso é inédito no âmbito da Polícia Penal da Paraíba e representa um marco na valorização das servidoras, consolidando um ambiente institucional mais inclusivo e equitativo. O curso reconhece a importância da formação técnica especializada como instrumento de fortalecimento da atuação feminina no sistema prisional.

A formação incluiu módulos teóricos e práticos, abordando segurança no manuseio de armas, fundamentos de tiro, técnicas de empunhadura, visada, acionamento do gatilho e prática de disparos em estande.

Além do aspecto técnico, a iniciativa teve forte impacto simbólico e institucional. O curso proporcionou um ambiente de aprendizado seguro, acolhedor e tecnicamente exigente, tendo sido planejado para atender às especificidades do público feminino, promovendo não apenas a qualificação técnica, mas também o fortalecimento da autoconfiança e do protagonismo feminino na instituição.

A iniciativa reforça o papel das academias de polícia como instrumentos de transformação institucional, promovendo a educação continuada e contribuindo para um sistema penitenciário mais justo, eficiente e representativo. Com a certificação das 38 policiais penais, a expectativa é de que novas turmas femininas sejam organizadas em breve, ampliando o alcance dessa política afirmativa.

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Ascom/SEAP

Imagens: Josélio Carneiro e Esther Sousa

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