
Presidente da Comissão de Transporte e Mobilidade da CLDF, o distrital Max Maciel (Psol) aproveitou o comunicado da sessão ordinária de hoje (27) para rechaçar a proposta de privatizar a rede metroviária do DF. O Tribunal de Contas do Distrito Federal e Territórios concedeu um prazo de mais 90 dias para que a Secretaria de Mobilidade responda questionamentos e atualize o projeto de concessão da Companhia do Metropolitano (Metrô-DF).
Para Max, o Governo do Distrito Federal precariza o serviço com a intenção de “entregar” para a iniciativa priva. “O governo coloca o orçamento, mas não executa. De R$ 49 milhões do orçamento de 2024, o GDF executou R$ 5 milhões, menos de 10%. Em 2023, de R$ 171 milhões executou apenas 640 mil. Então não tem condições mesmo de ter um metrô eficiente. Tem luz faltando, metrô falhando porque há um plano de sucateamento para entregar”, resumiu.
Daniela Reis - Agência CLDF
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