O pastor Silas Malafaia ficou em silêncio em depoimento prestado à Polícia Federal nesta quinta-feira (21). O líder religioso afirmou ao G1 que usou o direito constitucional porque ele e o advogado não tiveram acesso ao inquérito, mas afirmou que pretende falar às autoridades.
Na quarta (20), a PF cumpriu mandado de busca pessoal e de apreensão de celulares contra ele no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro. A operação foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito que apura o crime de coação no curso do processo.
Essa coação, segundo a PF, foi cometida contra autoridades que conduzem o processo da tentativa de golpe de Estado, no qual Jair Bolsonaro e ex-integrantes de seu governo são réus.
Malafaia também está proibido de deixar o país e não pode conversar com os outros investigados.