As milícias foram criadas pelo ex-presidente Hugo Chávez, visando incorporar voluntários que pudessem ajudar as Forças Armadas na defesa contra ataques externos e internos.
Maduro – que já enfrentou uma tentativa de assassinato em 2018 e um levante militar fracassado em 2019 – denuncia com frequência conspirações, pelas quais inúmeras pessoas foram detidas durante seus mais de 12 anos de mandato, mas raramente divulga as conclusões de suas investigações.
A medida em relação aos drones terá validade de “30 dias prorrogáveis”, a partir de 19 de agosto, e não se aplicará aos órgãos de segurança e defesa do país, destacou o comunicado.
O Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC), responsável pela regulação do uso de aeronaves e pela fiscalização das atividades da aviação civil, será responsável pelo cumprimento da medida, em coordenação com os ministérios do Interior, Defesa, Economia e Finanças.
Na Venezuela, o registro de drones junto ao INAC é obrigatório para sua operação legal, independentemente do seu peso. Além de uma licença, é necessário ter um seguro de responsabilidade civil que cubra possíveis danos a terceiros. Durante anos, a falta de licenças tem sido motivo de detenção de pessoas. (Com informações da Associated Press)