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Redes Sociais e sites de e-commerce recebem prazo para retirada de conteúdos sobre cigarro eletrônico; saiba motivo

Redes Sociais e sites de e-commerce recebem prazo para retirada de conteúdos sobre cigarro eletrônico; saiba motivo

20/08/2025 às 09h10
Por: Redação Fonte: agência Bnews
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Redes Sociais e sites de e-commerce recebem prazo para retirada de conteúdos sobre cigarro eletrônico; saiba motivo

Redes Sociais e sites de e-commerce recebem prazo para retirada de conteúdos sobre cigarro eletrônico; saiba motivo.

 

Youtube, Facebook, Instagram, Mercado Livre e outras plataformas de e-commerce devem remover dentro de 48h os conteúdos rrealcionados a dispositivos eletrônicos para fumar (DEF's), os cigarros eletrônicos. A comercialização desses materiais no Brasil é proibida.

O Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP) notificou as plataformas. O monitoramento vem sendo feito pela Senacon, em parceria com o CNCP.

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“Estamos atuando de forma contínua e firme para coibir a comercialização e a divulgação de produtos proibidos no Brasil. Nosso compromisso é garantir que a legislação brasileira seja cumprida no ambiente on-line e que práticas ilícitas não coloquem em risco a população”, afirma o secretário.

As empresas devem retirar os conteúdos relacionados aos cigarros eletrônicos e devem apresentar em 10 dias um relatório que comprovem as remoções bloqueios de contas, métricas de moderação e novos controles, de acordo com informações divulgadas no GOV. O YouTube deve esclarecer a alegação de que conteúdos de promoção ou instrução de compra dos cigarros eletrônicos poderiam ser publicados com restrição de idade.

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“A idade declarada não legaliza um produto proibido ou permite sua propaganda. As plataformas precisam remover, desmonetizar e impedir a recorrência desses conteúdos no Brasil, além de prestar contas sobre as providências tomadas. Estamos trabalhando com base em evidências, integração com órgãos de saúde e cooperação internacional para reduzir a exposição do público a riscos e a práticas ilícitas”, esclarece o secretário-executivo do CNCP, Andrey Corrêa.

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