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EUA classificam cartel supostamente ligado a Maduro como terrorista e ampliam sanções
EUA classificam cartel supostamente ligado a Maduro como terrorista e ampliam sanções
28/07/2025 07h19
Por: Redação Fonte: infomoney

EUA classificam cartel supostamente ligado a Maduro como terrorista e ampliam sanções.

 

Cartel de los Soles foi designado como organização terrorista; secretário Marco Rubio e eleições municipais ampliam tensão entre EUA e governo Maduro.

Os Estados Unidos designaram na sexta-feira (25) o Cartel de los Soles como uma “organização terrorista global”, acusando o ditador venezuelano Nicolás Maduro de liderar o grupo. A medida, anunciada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac) do Tesouro americano, inclui sanções adicionais contra integrantes do regime chavista.

Segundo o governo dos EUA, o cartel é comandado por Maduro e por membros de alto escalão do seu governo, e mantém vínculos com organizações criminosas como o Tren de Aragua, da Venezuela, e o cartel de Sinaloa, do México. O Tesouro afirma que o grupo presta “apoio material” a essas facções, também classificadas como terroristas.

“A ação de hoje expõe ainda mais a facilitação do regime ilegítimo de Maduro ao narcoterrorismo através de grupos terroristas como o Cartel de los Soles”, disse o secretário do Tesouro, Scott Bessent, em nota oficial.

Dois dias após o anúncio, no domingo (27), o secretário de Estado Marco Rubio reforçou as acusações e afirmou na rede X que “Maduro não é presidente da Venezuela e seu regime não é o governo legítimo”. Rubio acrescentou que o líder venezuelano é “chefe do Cartel de los Soles, uma organização narcoterrorista que tomou posse de um país”.

As declarações ocorrem no momento em que Maduro afirmou que os EUA consideram permitir a retomada das operações da Chevron no país. A informação, porém, não foi confirmada por Washington.

Maduro amplia domínio político em eleições municipais

No dia seguinte às falas de Rubio, nesta segunda-feira (28), o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), liderado por Maduro, venceu em 285 das 335 prefeituras do país. A eleição foi marcada pelo boicote da oposição tradicional e ocorreu no aniversário de um ano da reeleição presidencial de Maduro, que não é reconhecida pelos EUA e por parte da comunidade internacional.

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EUA classificam cartel supostamente ligado a Maduro como terrorista e ampliam sanções

Cartel de los Soles foi designado como organização terrorista; secretário Marco Rubio e eleições municipais ampliam tensão entre EUA e governo Maduro

Paulo Barros

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Os Estados Unidos designaram na sexta-feira (25) o Cartel de los Soles como uma “organização terrorista global”, acusando o ditador venezuelano Nicolás Maduro de liderar o grupo. A medida, anunciada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac) do Tesouro americano, inclui sanções adicionais contra integrantes do regime chavista.

Segundo o governo dos EUA, o cartel é comandado por Maduro e por membros de alto escalão do seu governo, e mantém vínculos com organizações criminosas como o Tren de Aragua, da Venezuela, e o cartel de Sinaloa, do México. O Tesouro afirma que o grupo presta “apoio material” a essas facções, também classificadas como terroristas.

“A ação de hoje expõe ainda mais a facilitação do regime ilegítimo de Maduro ao narcoterrorismo através de grupos terroristas como o Cartel de los Soles”, disse o secretário do Tesouro, Scott Bessent, em nota oficial.

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Dois dias após o anúncio, no domingo (27), o secretário de Estado Marco Rubio reforçou as acusações e afirmou na rede X que “Maduro não é presidente da Venezuela e seu regime não é o governo legítimo”. Rubio acrescentou que o líder venezuelano é “chefe do Cartel de los Soles, uma organização narcoterrorista que tomou posse de um país”.

As declarações ocorrem no momento em que Maduro afirmou que os EUA consideram permitir a retomada das operações da Chevron no país. A informação, porém, não foi confirmada por Washington.

Maduro amplia domínio político em eleições municipais

No dia seguinte às falas de Rubio, nesta segunda-feira (28), o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), liderado por Maduro, venceu em 285 das 335 prefeituras do país. A eleição foi marcada pelo boicote da oposição tradicional e ocorreu no aniversário de um ano da reeleição presidencial de Maduro, que não é reconhecida pelos EUA e por parte da comunidade internacional.

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O comparecimento às urnas foi estimado em 44%, segundo o órgão eleitoral, amplamente acusado de lealdade ao governo. Em várias regiões, a participação foi considerada baixa.

A líder opositora María Corina Machado afirmou em rede social: “Naquele dia, 70% do país votou em Edmundo González, e hoje, 90% disseram NÃO a Maduro”, em referência ao que classificou como alta abstenção.

Um grupo dissidente da oposição participou do pleito e, segundo Maduro, conquistou 50 prefeituras. Ele celebrou o resultado com apoiadores em Caracas e declarou: “Democracia e paz, a unidade do povo, triunfaram”.