
A Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL),referência estadual em partos de alto risco de Sergipe, trabalha todos os dias para prestar sempre um atendimento de qualidade. Para isso, está, juntamente com as áreas técnicas da Secretaria de Estado da Saúde (SES), sempre atualizando os profissionais sobre os temas inerentes ao funcionamento da maternidade. Na última quarta-feira, 23, a MNSL, em parceria com a Fundação Estadual de Saúde (Funesa), realizou o workshop sobre Complicações Obstétricas no Pré e no Pós-Parto para profissionais médicos e enfermeiros da unidade. Na próxima quarta, 30, será realizado o mesmo evento para outra turma.
A gestação é um período em que a mulher deve tomar alguns cuidados para evitar intercorrências, porém mesmo fazendo o pré-natal corretamente, podem surgir algumas complicações como hemorragias, infecções, diabetes gestacional, pré-eclâmpsia, depressão pós-parto, entre outras.
De acordo com a superintendente da MNSL, Lourivânia Prado, é de extrema relevância para quem atua em rede hospitalar materna, estar atualizado e focar no olhar diferenciado no cuidado com as gestantes, para evitar maiores danos à saúde, tanto da mãe como do bebê. “Quando as intercorrências não são bem conduzidas, podem ocorrer óbitos, tanto maternos como neonatais. Então é imprescindível a atualização dos profissionais que já trabalham na área, como também os residentes médicos e de enfermagem que atuam no serviço de alta complexidade ou em outras maternidades, que tenham um entendimento para uma condução de qualidade”, completou.
A ginecologista e obstetra Glícia Ramos reforça a importância dos profissionais se manterem sempre atualizados. “As condutas que tomamos diante de um problema modificam o prognóstico, tanto daquela mãe como do bebê. Por isso que nos capacitando e, tendo conhecimento, conseguimos colocar isso em prática de uma forma mais eficiente”, explicou.
Segundo a médica, as complicações mais comuns que chegam à MNSL são as síndromes hipertensivas, trabalho de parto prematuro e rotura prematura de membranas. “Existem muitas complicações, mas não conseguiríamos abordar todas e, por isso, resolvemos falar das que são mais comuns na nossa realidade na maternidade e vamos estudar como identificar e como agir diante delas”, destacou.
A enfermeira obstetra do Pronto-Socorro da MNSL, Ludmila de Souza Alves, relatou que esses encontros com os profissionais da saúde são essenciais para conversar sobre a rede materna e infantil. “Compartilhar experiências é um aprendizado, pois cada um aprende com o outro. Falar sobre temas que levem bem-estar materno para que possamos, diante do nosso trabalho e das nossas ações diminuir a mortalidade de mulheres e de bebês, nos dá uma gratificação imensa e é por isso que nós trabalhamos com afinco para evitar que as coisas saiam muito fora do comum e, se sair, que nós estejamos preparados para darmos o nosso melhor, é para isso que servem esses treinamentos, para aprendermos cada dia mais com os profissionais capacitados e que gostam tanto da área”, frisou.


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