
Uma bebida querida e que sempre marca presença nas mesas das famílias brasileiras é a Coca-Cola. No entanto, não é segredo os riscos causados pelo consumo exagerado do refrigerante, que pode causar problemas estomacais, aumentar chances de câncer de fígado e até desencadear doenças hepáticas.
Durante o programa "Se Liga Bocão" desta quarta-feira (23), apresentado por Zé Eduardo e Rafael Albuquerque, a Dra. Marina Cabral, endocrinologista e metabologista pela USP-SP, revelou detalhes sobre o perigo da bebida. "Se você for ver de composição, não tem nada natural, muito sal, muito açúcar, muito corante", informou.
"A Coca-Cola é um refrigerante que não é um benefício", declarou a doutora.
A especialista explica que esse é um hábito difícil de deixar e que pode ser substituído. "Se tem sede, bebe água, eu acho que é uma coisa que nem deveria estar na discussão. 'A mas eu sou diabético e estou em um almoço em família', opte pelo zero, pelo menos não vai ter açúcar ali, vai fazer menos estrago na sua glicemia. Mas é um alimento que a gente tinha que ter cada vez menos nas nossas casas, incentivar a criança a nem provar, porque não tem um valor nutricional, é um hábito social, de uma marca que ganhou muito peso, que invadiu nossos lares", concluiu.
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