
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, na segunda-feira, 21, a Portaria nº 818/2025, que prorroga por mais um ano o estado de emergência fitossanitária nos estados do Acre, Amazonas, Pará e Rondônia. A medida foi adotada devido ao risco iminente de introdução da praga quarentenária Moniliophthora roreri , fungo causador da monilíase do cacaueiro e do cupuaçuzeiro.
A nova portaria entra em vigor em 5 de agosto de 2025 e seguirá válida até julho de 2026. Esta é a quarta prorrogação do estado de emergência, inicialmente decretado em agosto de 2021, após a confirmação do primeiro foco da doença na área urbana de Cruzeiro do Sul, no Acre.

Com a prorrogação, o governo federal reforça sua estratégia de defesa fitossanitária, principalmente nas áreas de fronteira da Amazônia Legal. O objetivo é manter ações rigorosas de prevenção e controle para impedir que a doença avance sobre áreas produtivas e ecossistemas sensíveis.
Considerada uma das doenças mais destrutivas para o cultivo do cacau e cupuaçu, a monilíase ataca diretamente os frutos, provocando podridão e queda prematura. O impacto sobre a produtividade pode ser severo, resultando em perdas econômicas significativas, sobretudo para pequenos produtores da região.
Segundo Waldirene Gomes Cabral Maia, chefe do Departamento Tático de Ações Vegetal e Florestal do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf), a publicação da nova portaria foi significativa para o instituto.
“O órgão tem trabalhado com dedicação e comprometimento para alcançar os melhores resultados e, desse modo, evitar que a doença se dissemine para outras regionais e outros estados. Essa ação demonstra o compromisso do Idaf em garantir o monitoramento, controle e combate da praga no Acre”, destacou.
No Acre, o Idaf tem intensificado a vigilância fitossanitária, principalmente na região do Vale do Juruá. O trabalho inclui visitas a propriedades rurais, inspeções, campanhas educativas voltadas à conscientização dos produtores e atividades educativas juntos às escolas
Ramiro Albuquerque de Lima, coordenador do Programa Estadual de Prevenção, Controle e Erradicação da Monilíase, explica que o órgão vem realizando ações sistemáticas de monitoramento, inspeções em áreas produtivas e atividades de educação sanitária junto aos agricultores.
“Os produtores são orientados a realizar o monitoramento frequente das plantações, observar os sinais da doença e adotar boas práticas agrícolas de manejo, como a poda sanitária, para minimizar a propagação do fungo e proteger a saúde das plantações”, explicou Ramiro”, explicou Ramiro.

Além das ações no Juruá, o Idaf também promove treinamentos técnicos e fornece orientações para o manejo adequado da doença em outras regiões do estado. Os agricultores são capacitados para identificar precocemente os sintomas e aplicar medidas preventivas, como a retirada e destruição de frutos infectados.
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