De acordo com os promotores, houve irregularidade no pagamento de comissões no fechamento do contrato, no início de 2024. Eles afirmam que “estão muito claros os caminhos tortuosos e ilegais que o dinheiro percorreu a partir do momento em que saiu dos cofres corintianos”.
O caso é ligado ao patrocínio firmado entre Augusto Melo e a casa de apostas VaideBet, que garantiu três anos de exposição da marca na camisa do clube em troca do pagamento R$ 370 milhões.
A Polícia Civil, em seu inquérito, também apontou indícios de repasses irregulares e de empresas intermediárias suspeitas na operação.
A defesa do presidente afastado nega “qualquer envolvimento com eventuais irregularidades ligadas ao caso”.
O futuro de Augusto Melo está marcado para 9 de agosto, quando os sócios do Corinthians decidirão pelo seu afastamento definitivo da presidência.
