Paralelamente, formou-se em Direito e ingressou na política, onde teve destaque como vereador e deputado estadual, alinhado ao regime militar e conhecido por discursos conservadores e polêmicos.
No futebol, Marin alcançou o ápice ao assumir a presidência da CBF em 2012, sucedendo Ricardo Teixeira.
Sua gestão ficou marcada pela organização da Copa do Mundo no Brasil, mas também pelo envolvimento no escândalo internacional de corrupção conhecido como Fifagate.
Em 2015, foi preso na Suíça e posteriormente condenado nos Estados Unidos por crimes como fraude e lavagem de dinheiro, sendo banido do futebol em 2019.