
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, esteve presente neste domingo (13) na final do Mundial de Clubes da FIFA entre Paris Saint-Germain (PSG) e Chelsea, realizada no estádio MetLife, em East Rutherford, Nova Jersey. Acompanhado da primeira-dama, Melania Trump, de familiares e de assessores, o presidente assistiu à partida do camarote principal, desde o início do jogo. (Vídeo no final a matéria).
Após a vitória do Chelsea por 3 a 0, Trump foi o responsável por entregar o troféu à equipe inglesa.
A comitiva presidencial se deslocou de Bedminster, onde o presidente mantém um clube de golfe, até o estádio, localizado a cerca de 64 quilômetros de distância. Trump chegou pouco antes do início do evento, que contou com apresentações de Robbie Williams e Laura Pausini para um público superior a 80 mil pessoas. Sua presença foi recebida com reações mistas, incluindo aplausos e vaias.
A segurança no estádio foi reforçada, em especial por coincidir com o aniversário de um ano da tentativa de atentado contra Trump durante um comício em Butler, na Pensilvânia. O episódio segue impactando os protocolos de segurança em eventos com participação do presidente.
O estádio MetLife, que sediou a final do Mundial de Clubes, também será palco da decisão da Copa do Mundo FIFA de 2026, marcada para ocorrer nos Estados Unidos, Canadá e México. A presença de Trump no evento foi interpretada por alguns como um indicativo de possível envolvimento em futuras atividades relacionadas ao torneio.
Nos últimos meses, o presidente tem participado de diversos eventos esportivos, incluindo o Super Bowl, a corrida da NASCAR Daytona 500, lutas do UFC em Miami e Newark, e o campeonato universitário de luta livre, em Filadélfia.
Trump mantém interlocução com o presidente da FIFA, Gianni Infantino, e já declarou interesse em acompanhar algumas partidas da Copa do Mundo de 2026. Segundo o presidente, o torneio pode servir para destacar a capacidade de organização e infraestrutura dos Estados Unidos, além de incentivar o desenvolvimento do futebol na América do Norte.
O evento esportivo ocorre em um contexto de relações diplomáticas marcadas por divergências entre os Estados Unidos e países vizinhos. Questões como tarifas comerciais, políticas migratórias e declarações recentes de Trump sobre o Canadá têm gerado repercussões internacionais.
Durante uma coletiva de imprensa, ao ser questionado sobre essas tensões, o presidente afirmou que “a tensão é algo bom” e que tais disputas podem aumentar o interesse em torno do torneio.
A final do Mundial de Clubes, com a presença do presidente e a vitória do Chelsea, antecede um dos maiores eventos esportivos globais, a Copa do Mundo de 2026.
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