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Posto de Identificação da Casa da Mulher Brasileira funciona em horário reduzido durante o mês de julho
Durante todo o mês de julho, o posto do Instituto de Identificação Digital Félix Pacheco, localizado na Casa da Mulher Brasileira de Teresina, func...
02/07/2025 14h54
Por: Redação Fonte: Secom Piauí

Durante todo o mês de julho, o posto do Instituto de Identificação Digital Félix Pacheco, localizado na Casa da Mulher Brasileira de Teresina, funcionará em horário reduzido, das 9h às 14h30. A unidade realiza atendimento exclusivo para mulheres, com prioridade para aquelas em situação de vulnerabilidade social e violência de gênero.

O serviço de identificação civil é uma das ações integradas da Casa da Mulher Brasileira, equipamento que concentra, em um único espaço, os principais serviços especializados para o acolhimento e atendimento humanizado de mulheres em situação de violência.

A coordenadora estadual da Casa, Andrea Bastos, destaca a importância dessa estrutura integrada. “Aqui, as mulheres encontram um atendimento completo, com apoio psicossocial, brinquedoteca para os filhos e até um alojamento de passagem para aquelas que estão em risco iminente de morte, tanto elas quanto seus filhos. Também contamos com a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, a Defensoria Pública, um juizado que funciona dentro da própria Casa, além de um serviço muito importante, que é o de promoção da autonomia econômica, considerado a porta de saída da situação de violência.”

Foto: Reprodução/Secom Piauí

Essa promoção da autonomia acontece tanto por meio do SINE, com encaminhamento ao mercado de trabalho, quanto por meio de cursos profissionalizantes, que ajudam as mulheres a reconstruírem suas vidas com independência e dignidade.

A Casa da Mulher Brasileira funciona 24 horas por dia e está localizada na Avenida Roraima, nº 2563, no bairro Aeroporto, zona Norte de Teresina.

Além disso, mulheres em situação de violência podem acionar o protocolo “Ei, mermã, não se cale!”, que estabelece um canal único de atendimento denominado Central de Acolhimento à Mulher. Com profissionais capacitados para realizar escuta qualificada, acolhimento e triagem, o protocolo garante o registro adequado das ocorrências e o encaminhamento rápido à rede de apoio, com suporte psicossocial.