
Profissionais também reivindicam recomposição salarial e valorização das carreiras na educação.
Profissionais da educação da rede estadual vêm denunciando o que consideram um quadro crônico de desvalorização e descumprimento de direitos no estado do Rio. O cenário de insatisfação tende a se intensificar. Nos bastidores, profissionais organizam novas ações em resposta à ausência de diálogo efetivo com o governo estadual.
No centro da insatisfação está o não pagamento do piso nacional do magistério, uma obrigação prevista em lei, mas que, segundo o Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe), não vem sendo aplicada integralmente nem para professores nem para funcionários administrativos.
Além da reivindicação pelo piso, a categoria cobra reajuste salarial e a recomposição de perdas acumuladas ao longo dos últimos anos, em especial após o congelamento de vencimentos. O Sepe aponta que a defasagem nos salários chega a mais de 40%, tomando como base o índice nacional de correção do piso aprovado em 2023.
Outro ponto de crítica é a falta de valorização das carreiras na educação. A categoria também tem solicitado o abono dos dias parados em greves e paralisações anteriores a 2023 .
Economia Instituto faz comparativo de 228 indicadores dos estados brasileiros
Economia Ambiente de informação deve piorar no mundo, alertam especialistas
Economia Trabalhadores da Caixa decidem na próxima semana sobre fim da greve Mín. 19° Máx. 28°