
O comércio eletrônico segue como um dos principais vetores de crescimento para pequenos negócios no Brasil em 2025. De acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a previsão é que o setor movimente R$ 234 bilhões até o final de 2025, com perspectiva de alta contínua para os anos seguintes.
Esse cenário impulsiona a busca por novos fornecedores e amplia a relevância da importação direta, especialmente entre pequenos e médios empreendedores que vendem em marketplaces. A diversificação de portfólio e a redução de custos de aquisição se tornam estratégias cada vez mais comuns para competir em plataformas como Shopee e Mercado Livre.
O crescimento das importações por esse público está associado à facilidade de acesso a ferramentas digitais, que auxiliam na simulação de custos, classificação fiscal e acompanhamento de processos logísticos. Essa transformação é amparada por soluções que automatizam etapas antes complexas da cadeia de importação.
Nesse contexto, soluções digitais têm desempenhado papel relevante na organização e gestão das operações de importação, oferecendo suporte técnico e informações atualizadas sobre tributos, normas e processos logísticos. Uma das iniciativas voltadas a esse público é a plataforma UseComex, que disponibiliza ferramentas para simulação de custos e organização das etapas da importação, atendendo às necessidades de importadores que operam em marketplaces e e-commerce.
O cenário atual sugere que a tendência de crescimento da importação por pequenos negócios deve se manter ao longo dos próximos anos, acompanhando a expansão do comércio eletrônico e a consolidação de canais digitais como principais meios de consumo. Segundo o estudo “Global Expansion Guide to High-Growth Markets”, publicado pela Nuvei, o varejo online brasileiro deve dobrar de tamanho até 2027, impulsionado pela expansão do acesso à internet, digitalização de processos e fortalecimento dos canais de venda digital.
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