
Com foco na qualificação da assistência à infância e no fortalecimento das práticas de amamentação, profissionais da Atenção Primária à Saúde participaram de uma capacitação em puericultura e aleitamento materno, promovida pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Estadual de Saúde (Funesa) e da Escola de Saúde Pública de Sergipe (ESP-SE).
A ação aconteceu no último dia 30, na Regional de Saúde de Propriá, reunindo profissionais das regionais de Propriá e Nossa Senhora da Glória. Enfermeiros e médicos das Unidades de Saúde locais participaram do momento de formação, que integra a estratégia da Diretoria de Atenção Primária em aproximar as capacitações dos territórios, contribuindo diretamente para a redução da mortalidade infantil no estado.
A puericultura é uma área da saúde dedicada ao acompanhamento integral do crescimento e desenvolvimento da criança, desde o nascimento até a adolescência. Por meio de consultas periódicas, o profissional avalia o estado nutricional, o desenvolvimento neuropsicomotor, a vacinação, além de orientar os responsáveis sobre cuidados com a alimentação, higiene, vínculo afetivo e prevenção de doenças. A prática é fundamental para a identificação precoce de agravos à saúde infantil e promoção de uma infância saudável.
Segundo a responsável técnica em Saúde da Criança e Aleitamento Humano da SES, Larissa Primo, a descentralização do evento busca fortalecer o vínculo entre Estado e municípios. “Este ano, decidimos levar a capacitação até as regionais, valorizando os profissionais que estão na ponta e oferecendo conteúdos teóricos e práticos sobre a consulta de puericultura e a importância do aleitamento materno para o desenvolvimento saudável das crianças”, explicou.
De acordo com a médica pediatra Rute Farias Borges, que participou como palestrante, o evento promoveu uma integração positiva entre diferentes especialidades da atenção básica. “É uma oportunidade de somar forças com uma equipe multidisciplinar. Essa troca é fundamental para a promoção da saúde e prevenção de doenças, especialmente quando ainda enfrentamos tantos desafios em torno do aleitamento materno exclusivo”, destacou.
Ainda segundo a pediatra, muitas mães chegam às unidades com dúvidas sobre a amamentação e a introdução alimentar. “Infelizmente, há desinformação e resistências. Nosso papel é apoiar essas mulheres, mostrar que não estão sozinhas e que o aleitamento materno exclusivo até o sexto mês é essencial, inclusive para o desenvolvimento do bebê”, pontuou.
Para o enfermeiro Weverton Matos, a capacitação está alinhada aos novos indicadores da Atenção Primária à Saúde, definidos pelo Ministério da Saúde. “O desenvolvimento infantil é uma das prioridades. Essa formação qualifica nossas práticas, atualiza técnicas e nos deixa mais seguros para atuar nas unidades com mais eficiência e empatia. Mesmo com o avanço das tecnologias, muitas mães ainda não sabem até quando manter o aleitamento exclusivo ou quando iniciar a alimentação complementar. Esses momentos de formação são fundamentais para enfrentarmos essa realidade com mais preparo”, afirmou.








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