Os EUA não apenas difamam e atacam maliciosamente a China, mas também enganam e atraem descaradamente os funcionários chineses para o seu lado, e até mesmo visam diretamente os funcionários do governo chinês”, disse o porta-voz Lin Jian em uma coletiva de imprensa quando perguntado sobre os vídeos.
“Isso é uma violação grave dos interesses nacionais da China e uma provocação política nua e crua.”
A advertência de Pequim foi feita no momento em que os dois países prometem intensificar os esforços de contrainteligência em meio a acusações mútuas de espionagem.
No mês passado, o Ministério de Segurança do Estado da China divulgou o caso de uma funcionária do governo que vendia segredos de Estado, gravava secretamente reuniões internas e roubava arquivos confidenciais, depois de entrar em contato com uma agência de espionagem estrangeira por email.
A funcionária foi pega antes que pudesse deixar o país, disse o ministério em um vídeo publicado em sua conta de mídia social. A pasta não mencionou o nome da agência de inteligência estrangeira.
Rússia, China, Irã e Coreia do Norte são conhecidos na comunidade de inteligência dos EUA como “alvos difíceis” — países cujos governos são difíceis de penetrar.