A Secretaria de Estado da Educação (Seed), por intermédio do Serviço de Educação do Campo e Diversidade (Secad), teve um momento de fala durante o 18º Fórum Estadual dos Dirigentes Municipais de Educação, nesta sexta-feira, 4. Na ocasião, a pasta pediu aos gestores municipais engajamento quanto à discussão da justiça e mudança climática nas escolas, a fim de que elas possam realizar conferências escolares e se inscreverem para a VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente.
As conferências nas escolas deverão acontecer até o dia 16 de maio, e o registro deve ser feito por meio de formulário eletrônico no site da conferência até 30 de maio. A conferência estadual será no dia 17 de junho.
O tema central da conferência nacional infantojuvenil será “Vamos transformar o Brasil com Educação e Justiça Climática” e ocorrerá de 2 a 5 de setembro de 2025. O objetivo é sensibilizar jovens de 11 a 14 anos sobre a importância da justiça climática, promovendo ações locais que contribuam para os esforços nacionais e globais.
Poderão participar alunos do ensino fundamental dos anos finais (6º ao 9º ano) de escolas brasileiras, indígenas, quilombolas, bilíngues e de educação especial. Os princípios são 'jovens escolhe jovem', 'uma geração aprende com a outra' e 'jovem educa jovem'.
Sergipe poderá levar 15 delegados para o evento nacional; porém, no mínimo 170 projetos deverão ser inscritos para garantir a quantidade de vagas. A coordenadora de Educação do Campo e Diversidade da Seed, Geneluça Santana, pediu aos gestores a ampliação dos espaços de discussão nas escolas, por ser um tema atual e urgente. “Precisamos de que as mudanças climáticas e a justiça climática estejam na pauta das escolas, e, consequentemente, que as escolas participem desse movimento”, disse e
De acordo com Geneluça, a transformação precisa começar na escola a partir do processo de sensibilização dos estudantes para a adoção de atitudes responsáveis e comprometidas com as questões socioambientais. “Construir conhecimentos e promover ações locais para o enfrentamento das mudanças no clima. Assim a transformação acontece a partir da educação e justiça climática”, afirmou a coordenadora.