
A audição desempenha um papel fundamental na forma como nos conectamos com o mundo. Além de permitir a comunicação, ouvir bem está diretamente relacionado à saúde cognitiva, ao equilíbrio e à qualidade de vida. No entanto, a perda auditiva vem crescendo em todo o mundo e, segundo o Relatório Mundial sobre Audição, divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2050 cerca de 2,5 bilhões de pessoas poderão ser afetadas por algum grau de deficiência auditiva.
“Ouvir vai além de captar sons. É um processo que nos conecta ao outro, nos integra ao ambiente e nos permite interagir plenamente. No entanto, para quem vive com perda auditiva, essa conexão pode ser profundamente afetada, levando a um ciclo de isolamento, dificuldades de comunicação e até impactos na saúde mental”, diz a fonoaudióloga e gerente de Audiologia da AudioNova, Erica Bacchetti.
Quando a perda auditiva não é tratada, muitas pessoas têm dificuldades para se manterem socialmente ativas e percebem um maior esforço para compreender a fala em ambientes ruidosos. Isso ocorre porque o cérebro precisa processar os sons com mais intensidade, o que pode resultar em cansaço auditivo ao longo do dia. Para minimizar esse impacto, o uso de aparelhos auditivos vem evoluindo para proporcionar experiências sonoras mais naturais e reduzir o esforço necessário para compreender a fala em diferentes situações.
Com tecnologia desenvolvida a partir da análise de 22 milhões de padrões sonoros, a nova plataforma Infinio, da multinacional suíça AudioNova, representa um avanço ao trazer para o mercado o primeiro aparelho auditivo do mundo com processamento de som baseado em inteligência artificial em tempo real, o que dobra as chances de compreensão da fala em ambientes desafiadores. “Essa evolução traz um impacto real para quem convive com a perda auditiva, permitindo mais conforto e autonomia na comunicação cotidiana”, ressalta a especialista.
O processamento de som em tempo real, aliado à inteligência artificial, possibilita que os sons sejam ajustados de forma instantânea, proporcionando maior clareza na fala e reduzindo a fadiga auditiva.
“Ao final do dia, a sensação é de menor cansaço físico, já que o esforço reduzido para ouvir exige menos energia do corpo, deixando a pessoa menos cansada do que se estivesse sem os aparelhos”, pontua.
A função principal do aparelho auditivo é amplificar as ondas sonoras para que uma pessoa com perda auditiva possa ouvir com clareza os sons no ambiente a seu redor. Mas, ao contrário do amplificador, que somente aumenta o volume dos sons, o aparelho auditivo amplifica apenas os sons necessários para a comunicação do usuário e reduz o ruído de fundo.
A perda auditiva pode afetar diversas áreas da vida, mas o tratamento adequado ajuda a preservar a interação social e o bem-estar. Quanto antes o problema for identificado e tratado, maiores são as chances de adaptação e melhora na qualidade de vida.
Ciência e Tecn... Tecpar submete à Anvisa pedido de registro da vacina contra varicela
Inovação e Int... Com apoio do Estado, startup amplia atuação e conquista espaço no setor de inovação
Inovação e Int... Apoiada pelo Estado, startup amplia atuação e conquista reconhecimento no setor de inovação
Inovação e Int... Carreta da Inovação leva atividades tecnológicas a São Miguel do Iguaçu e Cianorte
Ciência e Tecn... Paraná e Coreia do Sul fortalecem inovação por meio de novo acordo com Tecpar
Inovação e Int... Hub GovTech Paraná acelera 65 startups para criar soluções voltadas ao setor público
Ciência e Tecn... Pesquisas receberão R$ 2 milhões do Governo do Paraná para gerar novos negócios
Inovação e Int... Estado equipa Defesa Civil com 1.000 celulares para fortalecer comunicação com municípios
Ciência e Tecn... Fundação Araucária divulga resultado da primeira fase do programa Centelha 3 Paraná Mín. 19° Máx. 35°