Casa Branca repudiou "qualquer tentativa unilateral de mudar o status quo pela força ou coerção".
Os Estados Unidos e a União Europeia (UE) repudiaram as atividades militares chinesas ao redor da ilha de Taiwan nesta terça-feira, 1º.
O Serviço Europeu para a Ação Externa (SEAE) afirmou que “as manobras militares em larga escala da China ao redor de Taiwan estão aumentando as tensões em ambos os lados do Estreito”.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que o presidente americano, Donald Trump, insiste na importância “de manter a paz no Estreito de Taiwan” e que o republicano “promove a resolução pacífica dos problemas no Estreito e reitera a oposição a qualquer tentativa unilateral de mudar o status quo pela força ou coerção”.
O Ministério da Defesa de Taiwan informou que foram identificados 19 navios chineses operando em torno da ilha no início da manhã de terça-feira. “A ilustração da trajetória de voo não foi fornecida, porque nenhuma aeronave da PLA operando em Taiwan foi detectada durante esse período”, diz o informativo.
Segundo o porta-voz das Forças Armadas chinesas, coronel sênior Shi Yi, o comando militar organizou seu Exército, Marinha, Forças Aéreas e de foguetes para se aproximar de Taiwan por várias direções.
“Os exercícios se concentram principalmente em patrulhas de prontidão para combate marítimo-aéreo, tomada conjunta de superioridade abrangente, ataque a alvos marítimos e terrestres e bloqueio de áreas-chave e rotas marítimas para testar as capacidades de operação conjunta das tropas”, informou a agência oficial Xinhua.
Os exercícios servem como um “aviso severo e uma forte dissuasão” contra as forças separatistas que defendem a independência de Taiwan e são “uma ação legítima e necessária para salvaguardar a soberania e a unidade nacional da China”, disse Shi.
Os Estados Unidos e a União Europeia (UE) repudiaram as atividades militares chinesas ao redor da ilha de Taiwan nesta terça-feira, 1º.
O Serviço Europeu para a Ação Externa (SEAE) afirmou que “as manobras militares em larga escala da China ao redor de Taiwan estão aumentando as tensões em ambos os lados do Estreito”.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que o presidente americano, Donald Trump, insiste na importância “de manter a paz no Estreito de Taiwan” e que o republicano “promove a resolução pacífica dos problemas no Estreito e reitera a oposição a qualquer tentativa unilateral de mudar o status quo pela força ou coerção”.
O Ministério da Defesa de Taiwan informou que foram identificados 19 navios chineses operando em torno da ilha no início da manhã de terça-feira. “A ilustração da trajetória de voo não foi fornecida, porque nenhuma aeronave da PLA operando em Taiwan foi detectada durante esse período”, diz o informativo.
Segundo o porta-voz das Forças Armadas chinesas, coronel sênior Shi Yi, o comando militar organizou seu Exército, Marinha, Forças Aéreas e de foguetes para se aproximar de Taiwan por várias direções.
“Os exercícios se concentram principalmente em patrulhas de prontidão para combate marítimo-aéreo, tomada conjunta de superioridade abrangente, ataque a alvos marítimos e terrestres e bloqueio de áreas-chave e rotas marítimas para testar as capacidades de operação conjunta das tropas”, informou a agência oficial Xinhua.
Os exercícios servem como um “aviso severo e uma forte dissuasão” contra as forças separatistas que defendem a independência de Taiwan e são “uma ação legítima e necessária para salvaguardar a soberania e a unidade nacional da China”, disse Shi.
Em janeiro, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, manifestou preocupação sobre “ações coercitivas” da China, governada por Xi Jinping contra Taiwan em conversa com o seu homólogo chinês, Wang Ti.
Em sua audiência de confirmação no Senado americano, Rubio disse que a China é a grande ameaça dos Estados Unidos.
“Nós aceitamos o Partido Comunista Chinês na ordem global, e eles tiram vantagem de tudo. E eles ignoram todas as obrigações e responsabilidades”, comentou.
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