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Defesa Civil e IPT avaliam estabilidade de rochas após deslizamento em Toque-Toque Pequeno

A Defesa Civil de São Sebastião, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), realizou, na quinta-feira (17/9), análises das rochas...

18/09/2026 às 16h44
Por: Redação Fonte: Prefeitura de São Sebastião - SP
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Foto: Reprodução/Prefeitura de São Sebastião - SP
Foto: Reprodução/Prefeitura de São Sebastião - SP

A Defesa Civil de São Sebastião, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), realizou, na quinta-feira (17/9), análises das rochas que se desprenderam durante as últimas chuvas e e deslizaram pela encosta de um morro em Toque-Toque Pequeno, na Costa Sul do município. As equipes também avaliaram as condições de segurança do local, situado acima de residências e comércios.

A ocorrência foi comunicada por um morador, que ouviu um barulho durante uma manhã e acionou a Defesa Civil. A equipe constatou que o desprendimento teve início no topo do morro, a cerca de 70 metros acima da rodovia. Os blocos deslizaram pela encosta e causaram danos ao longo do trajeto até pararem.

O chefe de Operações da Defesa Civil, Bruno Angeli, acompanhou a equipe durante a subida do morro para avaliar a área e os riscos à comunidade. Segundo ele, o trabalho foi realizado em conjunto com a equipe do IPT, que esteve no local para auxiliar na análise das condições e na avaliação dos riscos para a população que reside na parte mais baixa da encosta.

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De acordo com o pesquisador geólogo do IPT, Nestor Kenji Yoshikawa, a análise realizada no local servirá de base para definir medidas de contenção, remoção e mitigação dos riscos. "Nós fizemos o levantamento de vários blocos rochosos que ficaram em condição instável, todas elas acima de 5 toneladas, algumas com 20 toneladas, algumas com 30 toneladas, em condições críticas de estabilidade", disse.

Entre as possibilidades avaliadas estão a remoção ou a fragmentação das rochas. Segundo o pesquisador, os blocos também podem permanecer no local com a instalação de estruturas de apoio. "Tem que passar a água, chove, tem erosão, né, e as condições modificam, então é uma condição dinâmica", afirmou.

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No momento, não há necessidade de evacuação dos imóveis situados abaixo da encosta. As equipes da Defesa Civil permanecem em alerta para eventuais mudanças no cenário, com prioridade para a segurança da comunidade.

#PraTodosVerem:Uma das imagens mostra uma vista aérea de uma encosta de morro com solo e rochas expostos, onde pessoas com coletes de segurança e capacetes caminham e analisam a área. Outra imagem de vista aérea, com uma visão panorâmica de uma extensa área de mata nativa cobrindo um morro, com um trecho de solo exposto e pessoas na encosta, além de uma área urbana com casas e rodovia ao fundo. Imagem aproximada de uma encosta íngreme, com solo e rochas de diferentes tamanhos expostos, além de raízes e galhos pendentes nas bordas superiores. Outra foto mostra duas pessoas com coletes de segurança e capacetes enquanto utilizam uma trena para medir a lateral de um grande bloco de rocha em meio à vegetação nativa, enquanto uma terceira pessoa observa. Fim da descrição.

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